quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Sorte: o ingrediente que faltava.



O returno do Brasileirão começou e, com ele, a temporada de caça a Raposa. Para se manter viva na competição, cabe a ela manter distância dos adversários. E foi isso que o time conseguiu em um jogo muito sofrido.

O Cruzeiro começou bem, como de costume, trocando muitos passes e chegou a criar duas chances de gol, pelo menos. Mas o Goiás equilibrou a partida e marcou o seu gol aos 27, em lançamento nas costas da zaga celeste (lance que me pareceu em impedimento, mas a TV não repetiu a jogada). Ramom cruzou para R. Oliveira fazer 1x0 Goiás.

O Cruzeiro não se desesperou e obteve sua recompensa. Aos 39, Alisson – que tinha começado a partida no lugar de um lesionado Borges – enfiou uma bola maravilhosa para William fazer o gol do empate celeste.

Ja na segunda etapa, o Cruzeiro se desarrumou.

A. Ramom entrou no lugar de Alisson, talvez para tentar jogadas de pivô... mas sinceramente não entendi muito bem a mudança do M.O. Apesar de ter começado bem, o meio de campo do time foi se perdendo aos poucos em campo. Não conseguia sair jogando, nem mesmo marcava com a mesma competência de outros jogos.

O Goiás chegou a meter uma bola na trave com Hugo, que triangulou com R. Oliveira e arrematou um chute, que ainda resvalou na defesa antes de atingir o poste, aos 21.

Eu, que justamente esta semana estava pensando que a gente não havia contado com a famosa ‘sorte de campeão’ que acompanha todos os vencedores, estava vendo alí, finalmente, uma pitada deste ingrediente.

Pouco depois, Mayke e Dagoberto entraram em campo e mudaram a história do jogo. Aos 26, Dagoberto recebeu a bola no meio e faz uma linda enfiada de bola para o Mayke, que cruzou para encontrar William na entrada da pequena área. Virada para o Cruzeiro, 2x1.

O Goiás seguiu apertando, porém, oferecendo contra-ataques perigosíssimos para o Cruzeiro. Pelo menos duas boas chances de gol foram perdidas pela equipe celeste assim.

Aos 40, o Goiás ainda meteu outra bola no travessão, em cobrança de falta de David. Mas, hoje, a sorte estava realmente conosco.

O Cruzeiro segurou o resultado e conquistou mais uma vitória fora de casa, para explosão da Sampa Azul. Vitória que só não teve um tempero ainda melhor, pois o Botafogo também conseguiu vencer sua partida quase no final do jogo.


Mas tudo bem. Agora são duas FINAIS em casa. Dois jogos no Mineirão contra adversários diretos ao título. E, em nossa casa, eu acredito nas vitórias.

Que a competência continue a ser o nosso principal motivo de vitórias. Mas quando, como hoje, o talento não for suficiente, que esta ‘sorte de campeão’ torne a nos acompanhar.

Se é de campeão mesmo, só o tempo vai dizer. Mas que eu estou confiante... isso eu estou.

Vamos Cruzeiro!

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