domingo, 16 de novembro de 2014

Superando os próprios limites.


Aos 6 minutos do segundo tempo, a zaga Santista afastou a bola. Manoel cortou o lance na zaga celeste e a bola sobrou para Nílton, que dominou e tocou rapidamente para M. Moreno, que de calcanhar ajeitou para Ricardo Goulart que carregou a bola em velocidade, enfiou a bola para William que com um leve tapa, devolveu para o camisa 28, em progressão pelo lado esquerdo da área adversária fuzilar e fazer o gol da providencial vitória celeste.

Um lance bem ao estilo do Cruzeiro, rápido eficiente e mortal. Mais do que isso, um gol que sacramentou uma vitória em um dos dois jogos dificílimos fora de casa e que nos deixou ainda mais próximos do tão sonhado Tetra.

Nem vou comentar o péssimo primeiro tempo da equipe, tão pouco o fato de que os jogadores estão em seu limite físico. É hora de superar tudo isso, de superar a tudo e a todos. Matematicamente, estamos a 2 vitórias do nosso maior objetivo.


Parabéns aos guerreiros celestes pela importantíssima e difícil vitória conquistada no dia de hoje.

E quem sabe nós não beliscamos alguns pontinhos no Sul também, heim? Seria uma vitória típica de time campeão. Vai que...

Mais um importante passo rumo ao Tetra. É reta final e agora a taça está a vista. Mas não podemos nos enganar com isso. É justamente agora que não podemos baixar a guarda e temos de fazer o impossível para superar nossos adversários.


Vamos Cruzeiro!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A história ensina: a não duvide do Cruzeiro.


Um gol impedido logo no início da partida e uma bobeira da defesa em uma cobrança de lateral deram ao Atlético 2x0 de vantagem no primeiro jogo da decisão.

O Cruzeiro tentou manter o controle emocional e a posse de bola, mas foi pouco efetivo na busca do seu gol.

Resultado ruim? Sim, foi. Mas o verdadeiro Cruzeirense, aquele que não sofre de memória curta, há de saber que em se tratando de final e de Copa do Brasil, viradas heroicas são especialidade da Raposa.

1996, contra a seleção do Palmeiras é uma prova. 2000, 2 gols e a virada no final do jogo contra o ‘favorito’ SPFC também. O próprio rival, por duas vezes nesta edição da Copa do Brasil, também ensina.


Nos resta agora separar o joio do trigo, o torcedor que vai jogar junto do Cruzeiro até o fim daquele que na dificuldade vai atrapalhar.

Dia 26, eu estarei no Mineirão para ser testemunha de um time que vai lutar até o final, pois desistir não está no dicionário do verdadeiro Cruzeirense. Uns acreditam, eu tenho certeza de que os jogadores do Cruzeiro vão honrar a nossa camisa.


Força Cruzeiro! A luta pelo penta continua.

domingo, 9 de novembro de 2014

Jogos do Cruzeiro, só com acompanhamento médico.

  
Os jogos do Cruzeiro tem sido verdadeiros testes de resistência para o coração do torcedor celeste. Sinceramente, nem me lembro mais do último jogo que ganhamos sem passar sufoco.

Jogo do líder contra o lanterna? É garantia de emoção pura, meu amigo.

Logo no comecinho do jogo, em um chutão do goleiro adversário, o Bruno Rodrigo – que eu admiro muito – deu uma pixotada ridícula, deixando a bola para Lucca fazer 1x0 para o time catarinense.

Depois disso, claro, o Cruzeiro criou chances incríveis e perdeu todas elas no primeiro tempo, deixando o Mineirão e a Sampa Azul com os nervos ‘a flor da pele’.

Pressionado pelas vitórias de todos os ponteiros da tabela e certo de que as duas próximas rodadas são dificílimas fora de casa, somente a vitória interessava.

E o Cruzeiro voltou para o segundo tempo da mesma maneira que acabou o primeiro: nervoso e caindo na catimba do adversário. Quando Egídio se machucou, o M. Oliveira fez uma alteração curiosa, retirando o lateral para colocar o M. Moreno.

Sorte que no abafa, quando não havia qualquer organização no time celeste, o Cruzeiro chegou no gol de empate com M. Moreno, que pegou o rebote do goleiro do Criciúma e marcou aos 13.

O Mineirão se incendiou e, aos 18, B. Rodrigo escorou de cabeça uma cobrança de escanteio e a bola sobrou para R. Goulart virar o jogo. 2x1 Cruzeiro.


Com a virada, M. Oliveira sacou Henrique para colocar o Samúdio, e J. Batista para a entrada W. Farias. Era para o time ficar mais equilibrado, mas no limite físico o Cruzeiro fez por tomar uma pressão danada do Criciúma.

A agonia foi total. E houve – inclusive – um lance polêmico no qual o juiz poderia ter marcado pênalti para o time de Sta. Caratina. E depois de se segurar como pôde, aos 44, R. Goulart fez boa jogada e tocou para William fazer 3x1.

Jogo liquidado? De modo algum... 5 minutos bissextos de acréscimos, daqueles que passam 1 a cada 10 horas... rs

E, como ultimamente todo começo e final de jogo tem sido de grandes emoções, o Cruzeiro chegou a tomar um gol de cabeça, em cobrança de falta. Sorte nossa que o bandeira marcou um impedimento milimétrico no lance, ou seria ainda mais desesperador o final do jogo.

Com o time em frangalhos fisicamente, o apito final do juiz foi um verdadeiro alívio para o time a para toda a torcida que, mais uma vez, teve seu coração testado no limite.

Não foi um jogo tenso... foi um jogo HIPERTENSO. 3 importantíssimos pontos na luta pelo Penta que, infelizmente, está mais aberta do que deveria.

Agora é deixar o time descansando totalmente nestes próximos dias para que, na quarta, tenhamos o máximo desempenho no primeiro jogo da final da Copa do brasil, na casa do inimigo. Um jogo que pode quase definir o campeão.

Muita luta, muito sofrimento, mas o final há de recompensar tanta batalha.


Vamos Cruzeiro! Força, garra e fé...

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Qué qué isso, rapaz?


Chuva. Muita chuva em Santos. E água é um ambiente natural para o ‘peixe’, pouco amigo de um time como a Raposa, de toque de bola. Mas qual é a história de uma grande conquista que veio de mão beijada?

O jogo de hoje entre Cruzeiro X Santos foi tão emocionante que, caso você tenha sobrevivido ao jogo, sugiro que não leia o texto para não correr o risco de ter um enfarte.

Basta falar que com 2 minutos de jogo, aproveitando uma bobeada em lance de lateral do Cruzeiro no campo de ataque, o Santos fez 1x0 com Robinho em jogada fulminante de contra ataque.

Não tinha cenário pior para se começar o embate para o torcedor Cruzeirense. Mas o time não estava afobado. Pelo contrário, colocou a bola no chão, mostrou equilíbrio e, logo aos 7, em jogada que começou com um Ceará inspirado pela direita driblando o Mena e chutando para o gol, Aranha deu rebote e M. Moreno aproveitou a chance. 1x1.

A partir daí, o primeiro tempo foi marcado por um Santos tentando pressionar e um Cruzeiro desarmando muito e perdendo inúmeras jogadas de contra ataque. Até que aos 46, depois de um cruzamento mal cortado pelo Fábio, Rildo disputou a bola com o Leo e caiu na área. E o árbitro marcou um pênalti absurdo para o time praiano. Gabriel bateu e fez 2x1 no último lance do primeiro tempo.


Nervosismo, tensão, explosão e alívio.

O Santos voltou para o tudo o nada. E o Cruzeiro, que tinha brachas ao seu favor, tentava cozinhar a partida e não fazia questão nenhuma de atacar o time paulista. Parecia muito o jogo em que fomos castigados na Argentina, contra o San Lorenzo. E tal lá, quanto cá, o castigo não tardou.

Logo aos 13 minutos, E. Ribeiro perde a bola no ataque e o Santos arma um contra ataque. B. Rodrigo – que havia entrado no lugar de Dedé logo no 1º lance do jogo – escorregou e a bola caiu nos pés de Robinho, que puxou a jogaa em velocidade e cruzou para Rildo fazer 3x1.

O resultado classificava o Santos. Para piorar, o Cruzeiro simplesmente desapareceu do jogo, nada produzia, não tinha chutado NENHUMA bola para o gol no segundo tempo. Para ‘piorar’, E. Ribeiro saiu machucado para a entrada do J. Batista.

Mas como o jogo é futebol, simplesmente NADA está decidido até que o juiz apite o final da partida.

Aos 35 do segundo tempo, Fábio deu um bicão para frente e o zagueiro do Santos cabeceou mal a bola e ela sobrou para o William – el bigodón matador – que cara a cara com o goleiro não perdoou e fez o 2º da Raposa. No primeiro chute a gol, o Cruzeiro conseguia o resultado que lhe dava a classificação.

E tinha muito mais emoção pela frente com os 5 minutos de acréscimos dados pelo juiz. Cansados e com o campo molhado, Santos e Cruzeiro alternavam erros de passes na saída de bola, o time santista tentava de tudo, mas a zaga celeste rebatia como podia.

E quando o santos foi para o tudo ou nada, já aos 49 minutos, o Cruzeiro finalmente conseguiu aproveitar um contra ataque. Ricardo Goulart disparou, cortou o zagueiro e tocou para o ‘Bigode’. E aí, amigo... É GOL denovo, 3x3 que cravava o Cruzeiro na final da Copa do Brasil e fez a Sampa Azul EXPLODIR em alegria.

Um resultado justo, não pelo futebol de hoje... mas por toda a roubalheira, pelo gol anulado, pelo pênalti inexistente (que a mídia tenta dizer que foi legal, mas não foi), pelas faltas invertidas... Vencemos o Peixe, que pela arbitragem, estava mais para ‘Robalo’ mesmo.

E para pegar quem na final? O rival Atlético, naquela que promete ser a final mais tensa de toda a galáxia e história do futebol.


Haja coração... ou melhor, Raja!

Agora é marcar consulta com o cardiologista, deixar a ambulância de plantão e se preparar para mais uma final este ano.

Vamos Cruzeiro! 

domingo, 2 de novembro de 2014

Miojo?



Começa o jogo e gol do Cruzeiro. Começa a segunda frase e gol do Cruzeiro. Assim, com extrema velocidade e eficiência, o Cruzeiro abriu 2x0 ante o Botafogo com apenas 15 minutos de jogo. Dois gols lindos, aliás, sendo o primeiro uma bela jogada de Marquinhos, que teve direito a chapéu de calcanhar, matada no peito e arremate para as redes. O Segundo – quem diria – em uma cobrança fantástica de falta de Egídio! Isso mesmo, Egídio!

Em um primeiro tempo quase perfeito, o Cruzeiro jogou só.

Com 30 segundos de segundo tempo, quase o Botafogo diminui. Com 10 minutos, o Cruzeiro havia criado pelo menos 2 grandes chances e metido uma bola na trave.

Senhor da partida, meio que sem querer querendo o Cruzeiro relaxou. M. Oliveira, qua já havia poupado R. Goulart desde o início da partida, sacou do time J. Batista – que fez outra grande partida – e o E. Ribeiro.

Com isso, o Botafogo se animou e tentava ao menos descontar a fatura. Já aos 45, o zagueiro Leo tentou cortar um cruzamento e fez contra, dando uma emoção desnecessária ao final de um jogo que o Cruzeiro dominou amplamente.


Foi uma lição de casa bem feita, que só não foi ainda mais comemorada pois o São Paulo fez a sua tarefa fora, contra o Criciúma – próximo adversário celeste.

Mas tudo bem, temos que nos focar no nosso caminho e esquecer os demais. Somente o Cruzeiro depende dele mesmo para ser Campeão. Pois que assim seja.

Uma rodada a menos, mais um importante passo na luta pelo Tetra.

Parabéns Cruzeiro. Agora o foco volta para a C. do Brasil e para o dificílimo jogo contra o Santos. Nos resta torcer para que, pelo menos, parem de roubar o Cruzeiro e para que aquele segundo gol mal anulado não faça falta à Raposa.


Vamos Cruzeiro!