quarta-feira, 16 de abril de 2014

Cornetem e torçam contra. Tá dando sorte!

  
Quem diria que estaríamos comemorando um empate contra o Cerro? Mas sim, temos que comemorar, pois este placar é uma soma de lições para todos... time, torcida, adversários. Enfim, todos.

Lição para quem ainda acha que todo jogo contra times ‘menores’ é para goleada.

As dificuldades para o Cruzeiro começaram desde o momento em que o time perdeu duas peças muito importantes, Goulart e Dagoberto, por contusão, antes mesmo de quarta feira.

Pioraram quando o M. Oliveria fez uma aposta muito válida – diga-se de passagem – mas que matou o time no primeiro tempo: a entrada do Élber. Acho covardia ‘cornetar’ o M.O. por ter tentado, por isso não vou fazê-lo, mas a aposta realmente não deu certo.

Não só errou tudo o que tentou como, com os constantes erros, o menino Élber minou as jogadas do time celeste, que passou a evitar o lado direito do campo.

Mesmo assim, o time teve 20 minutos muito bons, onde criou chances em demasia, mas pecava na conclusão. Foi então que aquele velho ditado se tornou verdade. ‘Quem não faz...’.

O Cerro, que NADA havia feito no jogo, marcou o seu em um lance que se iniciou com um escanteio que deveria ser tiro de meta. Na cobraça, Fábio espalmou para a sua esquerda, ninguém acompanhou o jogador do Cerro, que tocou para Romero desviar e fazer 1x0.

O Cruzeiro passava a enfrentar a ansiedade e o placar adverso, uma combinação que eu considero o pior inimigo deste time. Nem mesmo a entrada do Borges no lugar do Élber surtiu muito efeito com o placar adverso.

No segundo tempo, o Cruzeiro permaneceu desorganizado. As entradas de Mayke, Marlone pouco fizeram pelo time. Nitidamente cansado, os jogadores não rendiam, não se movimentavam e colhiam os frutos negativos dos últimos três jogos de muita doação.

Quando tudo parecia não dar certo, chegou a hora de reforçar mais uma lição: JAMAIS duvide do Cruzeiro!

Com 4 minutos de acréscimos, o Cruzeiro – que já havia feito um gol anulado por impedimento – conseguiu o seu heroico empate aos 48 minutos. Em rebote do último lance do jogo, uma falta, Samúdio pegou o rebote para fazer o gol celeste que explodiu a Sampa Azul.

Foi o gol que colocou o Cruzeiro no páreo, em boas condições, dependendo de uma vitória simples fora de casa para passar de fase.

E, para a cornetada que insiste em criticar jogadores ou o time nos momentos de dificuldade, bem como os adversários que insistem em secar o Cruzeiro, deixo a última mensagem: continuem a campanha contra. Está dando sorte.

Porque quanto mais vocês secarem, mais torcerem contra, mais a gente vai avançar na Libertadores.

Para o jogo que vem, todo mundo mobilizado para comparecer na Sampa Azul! Todo mundo, MENOS quem for de ‘corneta’. Esses podem torcer em casa mesmo.


A batalha continua e nós continuamos #FechadosComOCruzeiro.


Vamos Cruzeiro.

domingo, 13 de abril de 2014

Campeão pela manhã... Campeão a tarde...


Tem mais jogo do Cruzeiro hoje? Porque vou te contar, heim?... que fase boa, minha gente.

Pela manhã, Campeão da SuperLiga de Vôlei.

Para começar bem o dia, no Mineirinho abarrotado de Cruzeirenses, o time do Sada Cruzeiro venceu com propriedade a boa equipe do Sesi-SP. Foram 3 sets a 0 para a raposa que conquistou o seu 12º título em 15 finais seguidas.

Pela tarde, Campeão Mineiro.

Enquanto a nação celeste abarrotava o Mineirão, a torcida do Cruzeiro em São Paulo fazia o mesmo na Sampa Azul.

Com a bola rolando, o Cruzeiro foi amplamente superior à equipe adversária em todo o jogo. No primeiro tempo teve duas chances claríssimas de marcar o seu gol. No segundo tempo, pelo menos mais uma. Já o time cacarejante do outro lado nada fez na partida, além de chorar um lance no final do jogo, no qual o bandeira marcou – corretamente – impedimento do atacante listrado.


Foi merecidíssimo, com muita propriedade e invicto que o Cruzeiro levantou a taça de Campeão Mineiro de 2014, título este que deixa a Raposa em ótimo clima para sua sequência na Libertadores.


Vamos Cruzeiro!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Que fique a lição...


Praticamente eliminado. Este era o sentimento de muitos depois do empate em 2x2 contra o Defensor no Mineirão (eu mesmo escrevi um título assim há pouco tempo). A imprensa de São Paulo então, esta já dava como certa a ‘surpresa’ da eliminação do favorito Cruzeiro.

Então Chupa.

Como já escrevi antes, nossas páginas não são heroicas e imortais à toa. E muitas de nossas maiores conquistas vieram justamente em momentos de superação. Tanto no jogo da superação, semana passada, quanto na partida de hoje, o time provou que pode e merece nossa total confiança. E a torcida abraçou mesmo o time.

O jogo.

Existia uma certa expectativa de ‘goleada fácil’ antes da partida. Clima este que sempre me assusta. Mas com a bola rolando, só deu Cruzeiro. Com segundos de partida, o primeiro lance de perigo.

Com 7 minutos, já eram pelo menos 10 chances claras de gol. O Cruzeiro até chegou a marcar 2 vezes, em lances anulados pela arbitragem. Mas aos 23, Mayke cruzou para R. Goulart fazer de cabeça.

Bruno Rodrigo, também de cabeça, fez o seu aos 26 em cobrança de escanteio pela esquerda. E J. Batista deu números finais ao jogo, fazendo o 3º aos 41 da etapa inicial.

Festa total na Sampa Azul.


A festa só não foi maior pois o time não conseguiu fazer o 4º gol no segundo tempo, embora tenha jogado e criado para isso. Ou melhor, até fez mais um gol, em linda tabela, que foi anulado mais uma vez.

Uma partida que o Cruzeiro soube fazer ‘fácil’. Só fiquei com uma dúvida... Qual será o plano de Sócio que o Fábio fez para poder assistir ao jogo da pequena área. (Sócio Jogador, talvez... rs).

Parabéns aos jogadores. Parabéns a torcida que abraçou o time.

Continuamos fortes na LA 2014. E, agora, meu amigo... agora zera tudo! Que este perrengue tenha servido para despertar e unir o time, a torcida e que tenha servido de lição.

E que fique outra lição… Continuo pregando o fim da soberba, especialmente de nós, brasileiros. Na LA, todo jogo é difícil e merece nossa atenção e dedicação total. Quanto não falta raça e dedicação, time por time, sobra Cruzeiro.


Vamos Cruzeiro!

domingo, 6 de abril de 2014

Mais caseiro, impossível.

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Começou o Campeonato Mineiro! Sim, amigos... pois para mim, estes 2 meses que antecedem os jogos da final – que raramente acabam em confrontos diferentes de Cruzeiro X Atlético – pouco empolgam. Servem, quando muito, para definir quem joga a última partida ‘em casa’, nestes tempos de torcidas que não dividem mais o mesmo estádio.

E no primeiro confronto no caixote do América, o Cruzeiro apresentou um bom futebol. Dominou o primeiro tempo e marcou bem no segundo, em uma partida na qual ambas as equipes perderam boas chances de gol.

De irritante mesmo deixo meu registro para o apito do Sr. Francisco Nascimento, que deveria ter trocado seu uniforme de juiz de futebol por chinelos e uma cueca samba canção, de tão caseiro que ele foi em sua arbitragem. Faltas só existiam para o lado alvinegro.

Mas tudo bem. Se tem uma coisa que os 2 ou 3 meses de jogos serviram, foi para determinar o Cruzeiro como detentor da ‘vantagem’ de dois empates. Agora, no Mineirão, o cenário fica ainda mais positivo para a Raposa.


Destaque para o grande público que compareceu na Sampa Azul hoje. E – também – para o convite que nós fazemos para que nossa torcida lote o nosso QG para o decisivo embate de quarta, contra o Real Garcilaço.

Vamos Cruzeiro!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Adversários... tremei!



Poucas vezes tive tanto a dizer, porém, de tudo, nada é mais importante do que falar OBRIGADO.

OBRIGADO, OBRIGADO e OBRIGADO!

O evento de hoje na Sampa Azul foi um verdadeiro sucesso. Batemos o nosso record de público e, por mais que nossa vontade fosse de acomodar as centenas de pessoas que compareceram, teve gente que assistiu a partida pela janela, na rua.

O pessoal chegava de tudo que é jeito!
Com o QG lotado, o jeito foi achar uma brechinha pela janela, do lado de fora. Record de público!
Prometemos e cumprimos TUDO. Foi um evento mega especial, com exposição da Taça do Brasileirão, sorteio de brindes, fizemos Sócios do Futebol que levaram sua carteirinha NA HORA e ainda contamos com a ilustre presença da dupla RAPOSÃO e RAPOSINHO.

A Taça do Brasileirão fez sucesso com todos os torcedores. Um MEGA presente para nossa torcida.
Bandeirinhas redam o clima antes, durante e depois da partida. Pura festa.
Foi espetacular. E de todos os OBRIGADOS que eu tenho que dar hoje, aquele que dedico a equipe do Cruzeiro Esporte Clube pelo carinho e atenção com a torcida de São Paulo, só não é maior do que o agradecimento que eu faço a própria torcida... OBRIGADO, nação celeste. Se conseguimos tudo isso hoje, foi porque VOCÊ mostrou ao clube que nosso projeto vale a pena.

Arrisco dizer que neste dia 3/04/2014 não existiu melhor lugar no planeta para torcer no Cruzeiro do que na Sampa Azul.

E que maneira melhor de coroar este dia tão especial que não fosse com uma bela vitória, heim?

Torcedores puderam fazer o seu Sócio do Futebol e já saíam com sua carteirinha NA HORA! Na foto, nosso amigo Nino.
Felipe Paniogo foi o vencedor do prêmio especial para Sócios do Futebol. Ele levou uma camisa autografada por todo o time do Cruzeiro, Campeão Brasileiro de 2013.
Daniel Pinheiro levou para casa uma camisa do Palestra Itália. E quase leva o Raposinho também... rs

O Júnio levou a camiseta óbvia... era mesmo dia de Cruzeiro!
O Jogo.

Depois de toda festa e do sorteio de brindes, era a hora de a bola rolar. A tensão era grande na Sampa Azul, mas a euforia e confiança eram ainda maiores.

Para nós, nada mais do que a vitória interessava. Era preciso vencer de meio a zero que fosse. E o time vinha surgindo – de branco – para a sua final de campeonato.

Os primeiros minutos foram de muita tensão. O time da LaU é uma equipe técnica, que sabe tocar a bola e nos primeiros minutos o time custou a conseguir encaixar o seu jogo. Porém, a vontade... aquele ‘sangue nos olhos’ indispensável para jogos de LA estava alí... pulsando.

A galera na Sampa Azul cantava o tempo todo, sem parar um minuto. E teve sua recompensa aos 15 minutos, depois de cobrança de falta de Everton Ribeiro, que encontrou a cabeça de Bruno Rodrigo para fazer a galera literalmente explodir em emoção.

O Bar quase vinha abaixo. O time da LaU quase empatou em uma bola que saiu tirando tinta da trave, na saída do Fábio. O time celeste também era perigoso e perdeu boa chance com Éverton Ribeiro.

Aos 39, Lucas Silva, R. Goulart e Dagoberto tocaram bola até lançar para o Samúdio (que fez uma BAITA partida) fazer o segundo gol e incendiar de vez a rua Tabapuã.

O Cruzeiro soube cozinhar o final do primeiro tempo e foi para o intervalo com vantagem.

Nossa tradicional foto do Intervalo.
Espírito de Libertdores.

Depois de mais sorteios de brindes, a galera da Sampa Azul acompanhou uma verdadeira batalha no segundo tempo. Munido do mais puro e primitivo espírito de Libertadores, nossos guerreiros lutaram de forma ferrenha, lance a lance.

A Patrícia Mesquita levou o par de chinelos infantis.
Enquanto nossa amiga Josie, dona daquele fusquinha maroto no início da matéria, levou o livro do TRI.

O Wagner Júnior levou a camisa #Cruzeiro na Batalha. E teve ainda mais brindes para a torcida. Um SHOW do Cruzeiro aqui em São Paulo. Tudo isso, graças ao grande número de Sócios do Futebol em nosso estado.
Confesso que, animado com a partida, perdi a ‘compostura’ e passei a gritar a cada bola perdida. Era emoção pura e concentração ao máximo. Toda bola era a bola do jogo.

Em campo o time recuou bastante, com inteligência e foi extremamente competente em segurar a equipe da LaU, que tentava pressionar a todo custo, enquanto nossos heróis resistiam bravamente, alternando um ou outro lance de contra-ataque.

Cada minuto demorava 20 para passar... Mas foram se esvaindo e medida que a empolgação da galera ia aumentando. E, alí, naquele estádio onde conquistamos nossa primeira Libertadores, reconquistávamos a nossa confiança.

William, que entrou no lugar de Dagoberto, ainda meteu uma pintura de bola no travessão Chileno. Mas talvez tenha até sido bom... Duvido que algum Cruzeirense pudesse suportar ainda mais felicidade naquele momento. (vamos guardar um pouco pelo que ainda está por vir).

E, ao som do apito final, mais uma vez a explosão de uma torcida maravilhosa, empolgada e que permanece sempre #FechadaComOCruzeiro.

Correndo o risco de ser chato e repetitivo, deixo aqui novamente o meu MUITO OBRIGADO a todos os envolvidos neste evento sensacional. E aproveito para deixar mais uma mensagem para nossos concorrentes a taça...

Adversários... tremei! Pois La Bestia Negra vive!

Domingo tem mais!



Vamos Cruzeiro!

quinta-feira, 27 de março de 2014


Quase 5 anos após a sua criação, dia 03/04, no jogo da superação contra a LaU, a Sampa Azul será reconhecida como 'Embaixada Oficial' pelo Cruzeiro.

É o reconhecimento de um trabalho, de um projeto feito com um único objetivo: prover uma casa para o torcedor celeste na cidade de São Paulo.

Estamos muito felizes e aproveitamos a ocasião para convidar você, torcedor cruzeirense, a comparecer e torcer pelo nosso time, em uma festa que contará com a presença do RAPOSÃO, do RAPOSINHO, da TAÇA DO BRASILEIRÃO 2013 e SORTEIO DE BRINDES.

Espalhem a notícia! Vamos fazer uma festa como nunca se viu na cidade de São Paulo.

#FechadoComOCruzeiro
#VemPraSampaAzul

quinta-feira, 20 de março de 2014

Inexplicável vexame.

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Como explicar o inexplicável? Não faltou raça, não faltou gol, mas faltou o principal: equilíbrio.

Um primeiro tempo tenso, de bolas rifadas e de muitas faltas cometidas pelo Cruzeiro deram o tom do desequilíbrio celeste, que conseguiu marcar seu primeiro gol a muito custo, somente no último lance da primeira etapa, em uma linda cobrança de Éverton Ribeiro.

O time uruguaio fazia cera com absolutamente tudo, buscavam briga e ‘catimbavam’ ao melhor estilo Libertadores. Tudo dentro de um roteiro previsível, no qual o time celeste não foi capaz de escrever a sua parte.

Na segunda etapa, com os dois times com 10 jogadores depois das expulsões de Nilton e do camisa 4 uruguaio, a expectativa era de mais espaço e de superioridade do Cruzeiro. Coisa que até aconteceu e se reverteu em uma vantagem de 2x0 com um belo gol de Júlio Batista, aos 17 da etapa complementar.

A intenção do Cruzeiro era cozinhar a partida, mas, em duas falhas grotescas de marcação, o Cruzeiro conseguiu deixar o time uruguaio empatar o jogo. O primeiro gol do Defensor, logo aos 21, foi um golpe duro na torcida e no time celeste. Depois de um lance no qual o juiz armou a jogada adversaria, Rodrigo Souza não conseguiu parar Felipe Gedoz, que diminuiu em chute a queima roupa.

E o duro, inacreditável golpe final veio aos 48 do segundo tempo, no último lance da partida. Uma bola que nenhum jogador foi capaz de parar com falta, com roubada de bola, com qualquer artifício que evitasse o incrível. Gol do Defensor e Cruzeiro – que tinha a partida em suas mãos – praticamente fora da Libertadores.

Estou triste demais para buscar culpados. Talvez, se o M.O. tivesse tirado o J. Batista, que estava exausto no último lance do jogo e não deu combate na jogada que originou o segundo gol, a história teria sido diferente. Talvez, se ele tivesse mantido o Dagoberto – que vinha buscando jogo direto, apesar do cartão amarelo – também. Mas fazer o que?

A situação é ainda mais preocupante pois o projeto do clube para este ano passava – necessariamente – pela classificação na Libertadores. A manutenção do time, dos principais jogadores e até mesmo a motivação extra deste elenco... tudo isso estava galgado no projeto LA 2014.

Eu, que sempre fui contra essa história de ‘este time serve para pontos corridos e não para mata-mata’, começo a mudar de idéia. Sempre acreditei que futebol é futebol e o objetivo é o mesmo: vencer a partida, independente do campeonato. Mas o time do Cruzeiro provou que talvez, isso realmente exista. E que o revés sofrido para o Flamengo ano passado não serviu como lição definitiva para aprender o como jogar precisando do resultado.

Sei que muitos vão buscar culpados. Vão falar que o Mayke não pode ser reserva do Ceará, vão falar que o Egídio foi mal em tal partida, ou mesmo que o M.O. não é técnico para Libertadores. E eu respeitarei todas as opiniões... Inclusive a minha de que com Borges e Samúdio bem, talvez, a história poderia ser outra.

Entretanto, eu vou respeitar ainda mais a história recente deste time que, apesar do vexame de hoje, há pouco tempo nos deu o TRI do brasileirão. E, por mais puto que eu esteja hoje, sinto que simplesmente criticar ou apedrejar o time pelo desempenho pífio na Libertadores deste ano é ser - de certa maneira - um pouco ingrato.

Resta saber como o time, os jogadores e a torcida vão reagir a nossa quase certa eliminação hoje.  Resta, agora, torcer para que a diretoria consiga fazer o seu dever de casa, motivar o time, manter principais nomes e colocar o Cruzeiro nos eixos.

Para finalizar, já dizia o ditado: ‘Toda soberba será castigada’. Aos que sempre disseram que esta seria a Libertadores mais fácil da história, fica a lição. Para todos.

Levanta a cabeça, Cruzeiro.

E, apesar de tudo, meu sentimento não vai parar.