sábado, 30 de agosto de 2014

Seca mais que tá dando sorte.


No Brasileirão não existe jogo fácil. É com esta mentalidade que o M. Oliveira vem motivando o time para que joguemos sempre um grande futebol. Só que hoje, foi mais sofrido do que imaginávamos. Pelo menos no primeiro tempo.

Pessoalmente, eu não gosto de pegar estes times muito pequenos. Eles já vem ao Mineirão sabendo que perder é normal, por isso jogam ‘não jogando’, fechados, por uma bola. Bola esta que a Chapecoense conseguiu em desvio de Zezinho, aos 10 minutos de jogo. A partir daí, o Cruzeiro martelou, martelou, lançou bolas, chutou de longe, mas a bola insistia em não entrar.

Partida difícil, daquelas que todos os torcedores dos demais times estavam acompanhando para secar. M. Oliveira precisava mexer no time e foi isso que ele fez, ao sacar William para colocar o Alisson.


E foi na base da base que o Cruzeiro virou o jogo, com ótimas atuações de Alisson e Mayke, que passeou fácil pela ala direita. Enquanto o time da Chapecoense ainda arrumava os meiões, a Raposa virou a partida.

Aos 4 minutos, Alisson cruzou a bola para Leo fazer o primeiro. E aos 6, veio a virada, também de cabeça, com M. Moreno, em ótima jogada feita pelo Mayke que cruzou sob medida para o flecheiro celeste.

O Cruzeiro continuava a pressionar e chegou ao 3º gol aos 13, com Alisson, em bola mais uma vez cruzada por Mayke.

Quando a Chapecoense encostou no placar, aos 26, com Bruno Rangel, houve quem ficasse preocupado (confesso que fiquei). Mas como quem dissesse ‘deixa que eu ganho esse jogo quando quiser’, o Cruzeiro tratou de fazer o 4º e derradeiro gol do jogo dois minutos depois, novamente com Marcelo Moreno, que nesta partida se tornou o segundo maior artilheiro estrangeiro com a camisa do Cruzeiro.

A Chapecoense ainda teve uma boa chance de gol, mas o time celeste conseguiu segurar o placar e garantir mais 3 pontos em nossa luta pelo Tetra.

E aos secadores, um recado: pode secar... Aliás, sequem mais, porque tá dando muita sorte.

Vamos Cruzeiro!


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

5 no Sta. Rita, porque 6 só na Sta. Rosa.


Assim que o juiz apitou, o modesto Santa Rita foi quem protagonizou o primeiro ataque da partida. E pronto, acabou a participação do time alagoano no jogo.

Não sei dizer ao certo as estatísticas de ontem, mas o Cruzeiro deve ter conseguido 280% de posse de bola, quase todo tempo no campo do adversário. Umas 320 chances de gol. Só o M. Moreno deve ter perdido umas 90 oportunidades claras. Bolas na trave foram 3 (essa eu contei... rs). E o número que conta: 5 gols a 0 para a Raposa.

A disparidade entre os times era tão grande que só o Cruzeiro tinha algo a perder. Mas o time tratou de espantar a zebra com uma atuação consistente, de muita movimentação, toque de bola e dedicação na marcação.

Embora os números exagerados sejam uma ‘brincadeira’, dentro de campo havia mesmo um abismo técnico entre as equipes. Marcelo Moreno, aos 7 minutos, Dedé, aos 17 e Júlio Baptista, aos 34 deram números ao placar do primeiro tempo. Marcelo Moreno, aos 9 e Henrique aos 42 complementaram os números da partida, que ficou marcada na história do clube como a milésima vitória do Cruzeiro no Mineirão.


Feliz com a vitória expressiva, conquistada com um time misto – diga-se de passagem, o torcedor que foi ao Mineirão voltou para casa com a sensaçãoo de que ficou até barato para o time de Santa Rita. Mas tudo bem, até mesmo por uma questão de respeito... Afinal de contas, todo mundo sabe que 6 é exclusividade da Sta. Rosa. #TumDumPish

Agora o foco no Brasileirão, para um duelo complicado contra o modesto time da Chapecoense.


Vamos Cruzeiro!

domingo, 24 de agosto de 2014

7 de distância, fora os 7 que nos ‘roubaram’.


A partida entre Goiás e Cruzeiro no Serra Dourada – mais uma vez com maioria Cruzeirense nas arquibancadas - foi um jogo quente. Não pela partida em sí, mas pelos 30 graus que fizeram os jogadores sofrerem. M. Oliveira optou por poupar jogadores, sequer levou o R. Goulart para o jogo e colou Alisson em seu lugar, enquanto Nílton ocupou o lugar de Henrique.

Até os 20, só um chute de gol esmeraldino, enquanto o Cruzeiro dominava a posse de bola. Mais parecia um treino do que um jogo, até que os 25 minutos E. Ribeiro lançou M. Moreno para fazer 1x0 Cruzeiro.

O Segundo tempo continuou como o primeiro, com o Cruzeiro cozinhando a partida. Teve algumas chances, especialmente em chutes de longe. Mas foi o Goiás que quase diminuiu, de falta, em bola que Fábio pegou e caprichosamente ainda tocou na trave antes de sair.

No derradeiro minuto da partida, em lance ‘duvidoso’ o juiz marcou pênalti de Dedé em esquerdinha. Seria um castigo para um time que controlou a partida, mas pagaria o preço por não ter pressionado mais como podia. Seria... porque pênalti roubado não entra, meu amigo. David bateu para fora e garantiu a vitória celeste.

Com o triunfo, o Cruzeiro abriu 7 pontos de vantagem para o novo ‘vice-líder’ São Paulo. Mesmos 7 pontos que, diga-se de passagem, nos roubaram ao longo da competição. (Nunca é demais lembrar, não é mesmo?).


Somos, como dizem, ‘Campeões Simbólicos’ do primeiro turno. Marca legal, especialmente se considerarmos que esta é a maior diferença que um time consegue colocar para o segundo colocado nesta mesma rodada em toda história do Brasileirão de pontos corridos.

Estamos felizes, mas diferente de certos times que comemoram tal façanha, mantemos nossos pés no chão. Há muito ainda para jogarmos, muita luta, muitos desafios. E assim, com os pés no chão, mas com o pensamento na conquista, seguimos - passo a passo – firmes na luta pelo Tetra.


Vamos Cruzeiro!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Pelo menos não foi de 7, né Felipão?


Hoje o Cruzeiro entrou em campo sabendo que a rodada estava ‘quase perfeita’ para ele. Com os tropeços de Inter e Flu, a Raposa tinha a chance de abrir 5 pontos de dianteira para o segundo colocado. E foi isso que ela fez, com muita dificuldade, diga-se de passagem.

Que os times vêm ao Mineirão para se defender não é novidade. Até mesmo os ditos ‘grandes’ pegaram esta mania agora. Mas o Grêmio de Felipão – que fazia o seu primeiro jogo após o estupro de 7x1 que o Brasil sofreu para a Alemanha – fez da defesa a sua estratégia para a partida e quase colheu frutos.

Sem M. Moreno, que não pode jogar por pertencer ao adversário de hoje, M. Oliveira apostou em J. Batista para a ‘centro-avancia’ na partida. Compacto, o Grêmio soube marcar muito bem o Cruzeiro, que, embora tenha conseguido mai de 60% de posse de bola, pouco criou na primeira etapa. A bem da verdade, foram dos pés do ex-cruzeirense Dudu as melhores chances do jogo, ambas muito bem defendidas por Fábio.

A etapa complementar não foi muito diferente. William saiu para a entrada de Alisson. Lucas Silva, amarelado, deu lugar a Nílton. Mas o panorama era literalmente o mesmo: Cruzeiro pressionando e Grêmio muito perigoso nos contra-ataques.

Até que Dagoberto entrou no jogo no lugar de JB, o que deu ainda mais mobilidade ao time celeste, que passou a pressionar mais o time gaúcho. O Cruzeiro até fez um gol aos 35, em lance anulado pelo árbitro que viu falta de Dede em Rodolpho.

Quando o jogo ganhava em tensão e parecia caminhar para um 0x0, aos 40 minutos, Dedé desarmou a bola na defesa e se lançou ao ataque. Fez uma tabela meio sem jeito com Alisson para receber na ponta direita, de onde fez um cruzamento perfeito, na cabeça de Dagoberto, que contornava nas costas da zaga Gremista para fazer o gol da partida. Um ‘Dagol Dedécisivo’, sofrido, suado, que colocava o Cruzeiro a 5 pontos de dianteira na ponta da tabela e fez por explodir o Mineirão, a Sampa Azul e eu, que tive de ver o jogo de casa para cuidar da ‘patroa’ que ficou doente.

Valeu o susto nela e a provável multa de condomínio que eu vou levar por acordar o prédio todo... rs

Nos 5 angustiantes minutos de acréscimo, o Grêmio bem que tentou, mas o Cruzeiro soube segurar esta importante vitória na briga pelo título.

Eu que estava apreensivo com estes dois jogos dificílimos em casa, confesso, estou mais aliviado. Acho que estas partidas vão dar a força que precisamos para terminar bem o primeiro turno.

E, para finalizar, gostaria de destacar a excelente partida do Fábio e do Dedé hoje. Ambos foram preteridos por Felipão e hoje tiveram a chance de dar ‘o troco’ no ranzinza e prepotente treinador gaúcho que também tem o que comemorar hoje: pelo menos não foi de 7, né Felipão?

Força e foco, Cruzeiro. Estamos no caminho certo. Firmes na luta pelo Tetra.


Vamos Cruzeiro!

domingo, 17 de agosto de 2014

Quando ví o uniforme do Santos, sabia que ganharíamos.


Por mais que eu saiba que estamos jogando o fino da bola, não tem jeito. Eu sempre fico nervoso em jogos do Cruzeiro. Mas quando ví o time santista entrando em campo de listrado, tinha certeza de que ganharíamos. Porque time de listras, no Mineirão, a gente derrota mesmo.

No reencontro com o Gigante da Pampulha, depois de duas partidas fora, o Cruzeiro enfrentou o time do Robinho e fez bonito. No mar Azul de gente (42 mil, para ser mais exato) o peixe não teve vez e foi a Raposa quem nadou de braçada.

O Cruzeiro jogou MUITA bola. Marcou feito gente grande e o Santos pouco fazia na partida. Com toques envolventes e uma time que pressionava a saída de bola adversaria, o Cruzeiro fez um gol – bem anulado – aos 19 minutos, com Everton Ribeiro, que tocou com a mão na bola (involuntariamente) e depois chutou para o gol.

Pouco depois, em cobrança de falta de E. Ribeiro, M. Moreno cabeceou para fazer 1x0 Cruzeiro, em lance que Ricardo Goulart tentou desviar, mas não acertou a bola. Ainda bem, pois ele estava em posição de impedimento e invalidaria o gol.

Depois do gol celeste, o Santos saiu mais para o jogo e teve até chance de empatar a partida, mas a Raposa soube se postar bem em campo e levou a vitória para o intervalo.


Na volta do intervalo, gol do Cruzeiro.

Logo aos 2 minutos, Ricardo Goulart aproveitou a pressão inicial do Cruzeiro, recebeu um passe na área e fez mais um no brasileirão, o segundo da Raposa.

O jogo ficou ainda mais aberto, mas o Cruzeiro sempre mais perigoso e organizado em campo. Dedé e Leo faziam uma bela partida e colocavam o Robinho no bolso, R. Goulart e E. Ribeiro também eram destaque, enquanto o Henrique apresentava aquele futebol primoroso que um dia o levou a seleção. Deu gosto de ver o Cruzeiro jogar.

Já no final da partida, J. Batista – que havia entrado no lugar de M. Moreno, deu números finais ao jogo, fazendo o terceiro e dando números finais a partida.

Linda apresentação do Cruzeiro em recompensa ao maravilhoso público que compareceu ao Mineirão hoje e também a toda galera que compareceu à Sampa Azul. Vitória importantíssima que recoloca o time na liderança do Brasileirão.

Quinta feira tem mais! Mais um jogo dificílimo no Mineirão. E, mais uma vez, vamos precisar de toda força do mundo nas arquibancadas.


Dia de Sorteio.

Hoje, tem dois Cruzeirenses que estão ainda mais felizes que toda a nação celeste. São os pés quentes Felipe Ferreira e Wilson Dantas, que ganharam, respectivamente, uma camisa do Tri e uma camisa oficial do nosso Palestra no sorteio da Sampa Azul hoje.


Líderes e pés quentes. Parabéns aos ganhadores!

Sampa Azul é isso, amigos... Amizade, torcida, +3 pontos para o Cruzeiro e prêmios.

Até quinta!

#VemPraSampaAzul
#FechadoComOCruzeiro

sábado, 9 de agosto de 2014

Apito inimigo.


Acho que podemos dizer que o Cruzeiro fez um jogo cirúrgico hoje. Não pela precisão, mas sim porque a raposa foi literalmente operada pela arbitragem.

Que o Brasil está contra o Cruzeiro não é novidade. Mas os dois gols legais anulados na partida de hoje, dão bem a medida de como não basta ser bom para ser vencedor neste Brasileiro.

O primeiro gol anulado, na etapa inicial, em um lance que o juiz marcou falta inexistente de Ricardo Goulart. O segundo, na etapa complementar, com um gol anulado por impedimento inexistente. Ridículo. Me deixa com muito pouco para falar sobre a partida.

Apesar dos pesares, continuamos líderes. Agora é ficar ‘preparado’ para as duas próximas pedreiras em casa, contra Santos e Grêmio. É hora de nossa torcida mostrar sua força e ser o 12º jogador da equipe em busca de mais 3 pontos.


Vamos Cruzeiro!