domingo, 24 de agosto de 2014

7 de distância, fora os 7 que nos ‘roubaram’.


A partida entre Goiás e Cruzeiro no Serra Dourada – mais uma vez com maioria Cruzeirense nas arquibancadas - foi um jogo quente. Não pela partida em sí, mas pelos 30 graus que fizeram os jogadores sofrerem. M. Oliveira optou por poupar jogadores, sequer levou o R. Goulart para o jogo e colou Alisson em seu lugar, enquanto Nílton ocupou o lugar de Henrique.

Até os 20, só um chute de gol esmeraldino, enquanto o Cruzeiro dominava a posse de bola. Mais parecia um treino do que um jogo, até que os 25 minutos E. Ribeiro lançou M. Moreno para fazer 1x0 Cruzeiro.

O Segundo tempo continuou como o primeiro, com o Cruzeiro cozinhando a partida. Teve algumas chances, especialmente em chutes de longe. Mas foi o Goiás que quase diminuiu, de falta, em bola que Fábio pegou e caprichosamente ainda tocou na trave antes de sair.

No derradeiro minuto da partida, em lance ‘duvidoso’ o juiz marcou pênalti de Dedé em esquerdinha. Seria um castigo para um time que controlou a partida, mas pagaria o preço por não ter pressionado mais como podia. Seria... porque pênalti roubado não entra, meu amigo. David bateu para fora e garantiu a vitória celeste.

Com o triunfo, o Cruzeiro abriu 7 pontos de vantagem para o novo ‘vice-líder’ São Paulo. Mesmos 7 pontos que, diga-se de passagem, nos roubaram ao longo da competição. (Nunca é demais lembrar, não é mesmo?).


Somos, como dizem, ‘Campeões Simbólicos’ do primeiro turno. Marca legal, especialmente se considerarmos que esta é a maior diferença que um time consegue colocar para o segundo colocado nesta mesma rodada em toda história do Brasileirão de pontos corridos.

Estamos felizes, mas diferente de certos times que comemoram tal façanha, mantemos nossos pés no chão. Há muito ainda para jogarmos, muita luta, muitos desafios. E assim, com os pés no chão, mas com o pensamento na conquista, seguimos - passo a passo – firmes na luta pelo Tetra.


Vamos Cruzeiro!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Pelo menos não foi de 7, né Felipão?


Hoje o Cruzeiro entrou em campo sabendo que a rodada estava ‘quase perfeita’ para ele. Com os tropeços de Inter e Flu, a Raposa tinha a chance de abrir 5 pontos de dianteira para o segundo colocado. E foi isso que ela fez, com muita dificuldade, diga-se de passagem.

Que os times vêm ao Mineirão para se defender não é novidade. Até mesmo os ditos ‘grandes’ pegaram esta mania agora. Mas o Grêmio de Felipão – que fazia o seu primeiro jogo após o estupro de 7x1 que o Brasil sofreu para a Alemanha – fez da defesa a sua estratégia para a partida e quase colheu frutos.

Sem M. Moreno, que não pode jogar por pertencer ao adversário de hoje, M. Oliveira apostou em J. Batista para a ‘centro-avancia’ na partida. Compacto, o Grêmio soube marcar muito bem o Cruzeiro, que, embora tenha conseguido mai de 60% de posse de bola, pouco criou na primeira etapa. A bem da verdade, foram dos pés do ex-cruzeirense Dudu as melhores chances do jogo, ambas muito bem defendidas por Fábio.

A etapa complementar não foi muito diferente. William saiu para a entrada de Alisson. Lucas Silva, amarelado, deu lugar a Nílton. Mas o panorama era literalmente o mesmo: Cruzeiro pressionando e Grêmio muito perigoso nos contra-ataques.

Até que Dagoberto entrou no jogo no lugar de JB, o que deu ainda mais mobilidade ao time celeste, que passou a pressionar mais o time gaúcho. O Cruzeiro até fez um gol aos 35, em lance anulado pelo árbitro que viu falta de Dede em Rodolpho.

Quando o jogo ganhava em tensão e parecia caminhar para um 0x0, aos 40 minutos, Dedé desarmou a bola na defesa e se lançou ao ataque. Fez uma tabela meio sem jeito com Alisson para receber na ponta direita, de onde fez um cruzamento perfeito, na cabeça de Dagoberto, que contornava nas costas da zaga Gremista para fazer o gol da partida. Um ‘Dagol Dedécisivo’, sofrido, suado, que colocava o Cruzeiro a 5 pontos de dianteira na ponta da tabela e fez por explodir o Mineirão, a Sampa Azul e eu, que tive de ver o jogo de casa para cuidar da ‘patroa’ que ficou doente.

Valeu o susto nela e a provável multa de condomínio que eu vou levar por acordar o prédio todo... rs

Nos 5 angustiantes minutos de acréscimo, o Grêmio bem que tentou, mas o Cruzeiro soube segurar esta importante vitória na briga pelo título.

Eu que estava apreensivo com estes dois jogos dificílimos em casa, confesso, estou mais aliviado. Acho que estas partidas vão dar a força que precisamos para terminar bem o primeiro turno.

E, para finalizar, gostaria de destacar a excelente partida do Fábio e do Dedé hoje. Ambos foram preteridos por Felipão e hoje tiveram a chance de dar ‘o troco’ no ranzinza e prepotente treinador gaúcho que também tem o que comemorar hoje: pelo menos não foi de 7, né Felipão?

Força e foco, Cruzeiro. Estamos no caminho certo. Firmes na luta pelo Tetra.


Vamos Cruzeiro!

domingo, 17 de agosto de 2014

Quando ví o uniforme do Santos, sabia que ganharíamos.


Por mais que eu saiba que estamos jogando o fino da bola, não tem jeito. Eu sempre fico nervoso em jogos do Cruzeiro. Mas quando ví o time santista entrando em campo de listrado, tinha certeza de que ganharíamos. Porque time de listras, no Mineirão, a gente derrota mesmo.

No reencontro com o Gigante da Pampulha, depois de duas partidas fora, o Cruzeiro enfrentou o time do Robinho e fez bonito. No mar Azul de gente (42 mil, para ser mais exato) o peixe não teve vez e foi a Raposa quem nadou de braçada.

O Cruzeiro jogou MUITA bola. Marcou feito gente grande e o Santos pouco fazia na partida. Com toques envolventes e uma time que pressionava a saída de bola adversaria, o Cruzeiro fez um gol – bem anulado – aos 19 minutos, com Everton Ribeiro, que tocou com a mão na bola (involuntariamente) e depois chutou para o gol.

Pouco depois, em cobrança de falta de E. Ribeiro, M. Moreno cabeceou para fazer 1x0 Cruzeiro, em lance que Ricardo Goulart tentou desviar, mas não acertou a bola. Ainda bem, pois ele estava em posição de impedimento e invalidaria o gol.

Depois do gol celeste, o Santos saiu mais para o jogo e teve até chance de empatar a partida, mas a Raposa soube se postar bem em campo e levou a vitória para o intervalo.


Na volta do intervalo, gol do Cruzeiro.

Logo aos 2 minutos, Ricardo Goulart aproveitou a pressão inicial do Cruzeiro, recebeu um passe na área e fez mais um no brasileirão, o segundo da Raposa.

O jogo ficou ainda mais aberto, mas o Cruzeiro sempre mais perigoso e organizado em campo. Dedé e Leo faziam uma bela partida e colocavam o Robinho no bolso, R. Goulart e E. Ribeiro também eram destaque, enquanto o Henrique apresentava aquele futebol primoroso que um dia o levou a seleção. Deu gosto de ver o Cruzeiro jogar.

Já no final da partida, J. Batista – que havia entrado no lugar de M. Moreno, deu números finais ao jogo, fazendo o terceiro e dando números finais a partida.

Linda apresentação do Cruzeiro em recompensa ao maravilhoso público que compareceu ao Mineirão hoje e também a toda galera que compareceu à Sampa Azul. Vitória importantíssima que recoloca o time na liderança do Brasileirão.

Quinta feira tem mais! Mais um jogo dificílimo no Mineirão. E, mais uma vez, vamos precisar de toda força do mundo nas arquibancadas.


Dia de Sorteio.

Hoje, tem dois Cruzeirenses que estão ainda mais felizes que toda a nação celeste. São os pés quentes Felipe Ferreira e Wilson Dantas, que ganharam, respectivamente, uma camisa do Tri e uma camisa oficial do nosso Palestra no sorteio da Sampa Azul hoje.


Líderes e pés quentes. Parabéns aos ganhadores!

Sampa Azul é isso, amigos... Amizade, torcida, +3 pontos para o Cruzeiro e prêmios.

Até quinta!

#VemPraSampaAzul
#FechadoComOCruzeiro

sábado, 9 de agosto de 2014

Apito inimigo.


Acho que podemos dizer que o Cruzeiro fez um jogo cirúrgico hoje. Não pela precisão, mas sim porque a raposa foi literalmente operada pela arbitragem.

Que o Brasil está contra o Cruzeiro não é novidade. Mas os dois gols legais anulados na partida de hoje, dão bem a medida de como não basta ser bom para ser vencedor neste Brasileiro.

O primeiro gol anulado, na etapa inicial, em um lance que o juiz marcou falta inexistente de Ricardo Goulart. O segundo, na etapa complementar, com um gol anulado por impedimento inexistente. Ridículo. Me deixa com muito pouco para falar sobre a partida.

Apesar dos pesares, continuamos líderes. Agora é ficar ‘preparado’ para as duas próximas pedreiras em casa, contra Santos e Grêmio. É hora de nossa torcida mostrar sua força e ser o 12º jogador da equipe em busca de mais 3 pontos.


Vamos Cruzeiro!

sábado, 2 de agosto de 2014

Empate do Cruzeiro, vitória do resto...


Hoje o Cruzeiro jogou melhor no Mineir... Não, péra! Não era o Mineirão... era o Maracanã literalmente tomado pelos Cruzeirenses. Pelo visto, não é só o time que dá show, mas a torcida também.

Durante o primeiro tempo, o Cruzeiro dominou a partida. É bem verdade que esteve um pouco abaixo do que estamos acostumados mas, apesar da presença marcante da torcida, era sim um jogo fora de casa e contra um adversário em busca de superação.

Apesar da maior posse de bola, dos passes e das chances criadas, foi o Botafogo quem abriu o placar, aos 25 em cabeçada de Edílson e escorregão de Fábio.

Na volta para o segundo tempo, o Cruzeiro já começou pressionando. Quando Henrique se lesionou, M. Oliveira foi ousado e colocou Dagoberto e William no time. Com mais atacantes em campo, coube ao zagueiro Leo fazer o gol de empate, aos 14 do segundo tempo, em bola que sobrou de uma cobrança de escanteio.

O Cruzeiro ainda teve ótimas chances de gol. Durante a etapa complementar, colocou 2 bolas na trave adversária, além de ter obrigado o goleiro Jefferson a fazer um ou dois milagres.

Apesar do maior volume, chances e pressão, aquela escorregadinha do Fábio nos custou uma melhor sorte no jogo. (E há de se destacar... Nem mesmo achei falha do nosso goleirão. Achei falta de sorte mesmo).

E para delírio da mídia e de toda torcida contra, o Cruzeiro não somava seus habituais 3 pontos no campeonato. Sorte dos ‘criadores de mitos’ que podem manter a frase ‘O Cruzeiro, jogando no novo Mineirão, ainda não venceu...’.

Para o nosso time, parabéns pela batalha, pelas jogadas e pelo empenho. Para os adversários, comemorem... empate do Cruzeiro, para vocês, é dia de vitória.

Azar do próximo adversário do Cruzeiro no Maracanã. Pois, toda vez que eu assisto a jogos do Cruzeiro com meia branca, camisa nº8 e no domingo, a gente ganha todas no Maraca.

Vamos Cruzeiro! Continuamos firmes e fortes na luta pelo Tetra!


sábado, 26 de julho de 2014

O time é ‘bão’, até debaixo d’água!


O Cruzeiro tá jogando tanta bola, que até São Pedro compareceu ao Mineirão, porque o que caiu de água no primeiro tempo da partida não foi brincadeira. Sorte que a Raposa também entende de chuva... só que de gols.

O primeiro tempo foi difícil. Apesar de ter mais de 70% de posse de bola, jogando fechadinho, foi o Figueirense que teve as 3 chances mais agudas de gol na primeira etapa.

O campo encharcado era o maior adversário do Cruzeiro, que abriu o placar aos 41, em lance que o juiz marcou um pênalti – que eu sinceramente não ví – em cima do Ricardo Goulart. Lucas Silva bateu e fez o 1º da partida, em bola que caprichosamente ainda beliscou a trave antes de balançar a rede.

No segundo tempo, a medida que a chuva baixava, o futebol celeste crescia de produção.

Foram precisos apenas 4 minutos para o Cruzeiro fazer mais dois gols. O primeiro, um golaço de Marquinhos que arrematou uma bola ajeitada de calcanhar por Marcelo Moreno. E depois com Dedé, de cabeça, em lance de falta cobrada por E. Ribeiro.

Mesmo perdendo por 3 de diferença, o Figueirense não se arriscava a sair para o ataque. Mesmo assim, Ricardo Goulart fez o seu, em linda jogada de contra-ataque, arrematando um cruzamento preciso de Everton Ribeiro com a cabeça. O 5º veio dos pés de Dagoberto, aos 33 do segundo tempo.

Com um expressivo 5x0 no placar, o Cruzeiro soma mais 3 valiosos pontos na busca pelo Tetra. Mais do que uma boa vitória, há de se destacar o bom futebol do time. Está dando gosto de ver o Cruzeiro jogar!

Que seja assim até o final do campeonato.


Vamos Cruzeiro!