quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Lição de casa bem feita.


Depois da derrota para o São Paulo no Morumbi – um resultado totalmente normal para qualquer time – a mídia elevou o time paulista ao combatente oficial do Cruzeiro, o time que devolvera entusiasmo ao campeonato, o inimigo da Raposa.

E qual o melhor remédio contra os secadores e a ‘mimimídia’ paulista? Jogar muita bola, é claro! E foi isso o que o Cruzeiro fez diante o Atlético-PR no Mineirão.

O Cruzeiro simplesmente jogou sozinho durante todo o primeiro tempo. Controlou a partida com mais de 70% de posse de bola e fez jogadas das mais variadas. Pecava um pouco pela ansiedade de fazer logo o gol, especialmente com alguns chutes precipitados de longa distância.

A pressão se transformou em gol aos 26 minutos, quando Alisson fez boa jogada pela esquerda e chutou uma boa que ainda ‘lascou’ na cabeça do zagueiro Gustavo e encobriu o goleiro do time paranaense.

O Atlético-PR até parecia querer buscar algo mais positivo na partida, mas a marcação e empenho celeste realmente se sobressaíram ante qualquer tentativa do time rubro negro e o primeiro tempo terminou mesmo 1x0.

Na etapa complementar nada mudou na partida. O Cruzeiro continuou buscando o gol mais que o adversário e chegou ao segundo tento com M. Moreno – artilheiro da competição – logo aos 9 minutos da etapa complementar, em chute de fora da área.

A partida marcou a volta de Egídio a lateral esquerda e o jogador correspondeu com um ótimo jogo. Alisson, E. Ribeiro e a dupla de volantes celestes também tiveram atuação destacada. J. Batista acabou saindo no intervalo sentindo contusão muscular.

E o Cruzeiro fez o que dele se esperava: uma lição de casa bem feita.


Agora é descansar e preparar o time para o confronto contra o outro Atlético, o de Minas, no próximo domingo, em mais um passo rumo ao Tetra.

Para tristeza da ‘mimimídia’ paulista, não vai ser hoje que eles vão diminuir a vantagem do Cruzeiro para o segundo colocado. Na verdade, graças ao Coritiba, a diferença para o segundo colocado voltou aos 7 pontos da semana passada, com direito a olé e 3 gols na lomba do segundo colocado.

Como sempre, continuem secando, rapaziada. Tá dando sorte.

Mais 3 pontos, mais um passo na luta rumo ao Tetra.


Vamos Cruzeiro!

domingo, 14 de setembro de 2014

Sabe o que mudou? NADA!


Ninguém gosta de perder, ainda mais nós – cruzeirenses – que estamos ‘mal acostumados’. Mas, apesar da derrota, posso falar de peito aberto uma coisa para vocês, meus amigos: TENHAM MUITO ORGULHO DESTE TIME.

Não sei o jogo que vocês viram da TV, mas quem foi ao estádio, viu um Cruzeiro muito organizado em campo, mandando na partida, literalmente colocando o São Paulo ‘na roda’. Literalmente todos os jogadores foram bem, aplicados e competentes.

As poucas chances que o São Paulo criou no primeiro tempo foram frutos de erro do Cruzeiro. Erros estes que só surgiram porque o time em momento algum foi covarde. Buscou a vitória e jogou para frente. Pena que não foi recompensado com o gol.

A chegada:

Eu, que durante 3 anos trabalhei junto do SPFC como prestador de serviços, posso dizer que nunca ví tamanho movimento na entrada de um estádio. Com a infeliz idéia de abrir a bilheteria somente de domingo, muitos torcedores se acumularam em uma fila que deu meia volta no estádio.


Muitos desistiram no meio do caminho, outros tantos nem mesmo tentaram dada as notícias de filas e o destrato com nossa torcida. Mas é fato que abarrotamos o nosso local e apoiamos o jogo todo. Destaque para a Máfia Azul que não parou um segundo sequer e tentava a todo custo animar o mar azul em São Paulo.


A partida:

O Cruzeiro começou marcando o São Paulo em cima. O tal do quarteto fantástico mal pegou na bola até os 15 do primeiro tempo. Alisson jogava demais, o time se movimentava muito e todos se desdobravam na marcação. O Ceará – improvisado na esquerda – foi preciso na marcação e na saída de bola. Dava gosto de ver.


Pena que o Cruzeiro não aproveitou as chances que teve, uma delas em saída errada do São Paulo que Goulart tentou encobrir o R. Ceni e outra, com o mesmo Goulart, em lance de contra-ataque que o camisa 1 do SPFC foi buscar no canto, depois de belo chute de Goulart.

O São Paulo só atacava em erros de passe o Cruzeiro, e foi aos 33, depois de mais um destes erros que o Dedé cometeu pênalti em Pato.

Rogério Ceni bateu – como tem feito sempre – no meio do gol. Antes dele bater eu ainda comentei com o pessoal do meu lado ‘O Rogério tem batido TODAS no centro do gol. Se o Fábio ficar parado, ele pega’. Pena que o pessoal nnao fez esta parte da lição de casa.

O Cruzeiro não se abalou e continuou perseguindo o seu gol. Mas o primeiro tempo acabou mesmo empatado.

No intervalo, a torcida celeste não parou de cantar. E foi assim que recebeu o time para o segundo tempo.


O Cruzeiro quase tomou um gol, com Alan Kardec, no início da etapa complementar, teve suas chances de empatar a partida. M. Oliveira foi muito corajoso e sacou Lucas Silva para colocar o Dagoberto.

Uma aposta que – infelizmente – não deu certo. Aos 25, em lance de bola parada, o time do São Paulo fez o seu segundo gol e definiu a partida.

O Cruzeiro continuou tentando algo, mas o time do São Paulo, claramente satisfeito com o resultado, tentava a todo custo retardar a partida. E conseguiu cozinhar o jogo até o seu final.

O Cruzeiro apresentou um futebol vencedor. Pena que o placar não fez justiça a aplicação do time.

Não devemos baixar a cabeça.

Apesar dos pesares, perder para o São Paulo no Morumbi é um resultado ‘normal’ para qualquer equipe. Quem dera toda ‘final’ fosse assim, ficando a 4 pontos do segundo mesmo quando perdemos.

 

Nossa torcida nunca gritou vitória antes do tempo, para nós todo jogo é final. É a mídia que tenta vender essa campanha de SPFC como uma espécie de ‘anti-Cruzeiro’.

Pois a vocês eu digo uma coisa: NADA MUDOU PARA O LÍDER.

O que esta partida me ensinou é que nossa equipe tem tudo para vencer qualquer time no Brasileirão. Agora é juntar foça e foco nos próximos dois jogos em casa e contar com o apoio INCONDICIONAL de nossa torcida. Essa campanha não pode – E NÃO VAI – influenciar nosso time e nossa torcida.

Não há jogo fácil, mas estamos no caminho certo.

Parabéns ao time, ao M. Oliveira pela coragem, a nossa torcida que lotou o Morumbi e cantou o jogo todo.

Como sempre, continuamos firmes na luta pelo Tetra e sempre #FechadosComOCruzeiro.


Vamos Cruzeiro!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Ingressos para São Paulo x Cruzeiro - 14/09


FALA PESSOAL.
SEGUEM AS RESPOSTAS DEFINITIVAS SOBRE A VENDA DE INGRESSO:

CARGA DE INGRESSOS: 3 MIL
VALOR DA ENTRADA:
R$40,00
R$20,00 (meia)

QUANDO: VENDA SOMENTE NO DIA DO JOGO.
ONDE: SOMENTE NO ESTÁDIO DO MORUMBI.
Previsão de abertura dos guichês: 14h00

Por que só este dia e horário? Determinação da Polícia Militar.

O Cruzeiro acabou de nos enviar estas informações e também confirmamos no Morumbi.

Pronto! Você pergunta, a Sampa Azul ajuda você com as informações.

Agora é #PartiuMorumbi em busca de mais 3 pontos para o Cruzeiro.

#FechadoComOCruzeiro
#NósMaisOnze
#RumoAoTetra


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Não tem jogo fácil, meu amigo.


Houve quem pensasse que a partida do líder Cruzeiro contra o lanterna Bahia seria favas contadas. Mas foi muito diferente disso. Jogando abaixo do seu potencial no primeiro tempo, o Cruzeiro saiu perdendo do Bahia e sofreu para virar a partida e manter a importante 'gordurinha' para o embate com o São Paulo, próximo domingo.

Mal o jogo começou e a Raposa meteu uma bola na trave, com Manoel. Sem lateral esquerdo de ofício, o Cruzeiro improvisou o Ceará na posição e sofreu com as constantes investidas do Bahia por aquele lado do campo. Problema esse que foi agravado pela entrada de Marquinhos – por opção do nosso técnico – no lugar de William, desgastado. Todo nosso lado esquerdo do campo esteve capenga.

Apesar disso o Cruzeiro ainda enfiou outra bola no travessão do Bahia, em cobrança de falta de Lucas Silva. E em um dos contra-ataques do time nordestino, Rafael Miranda chegou livre pelo lado desprotegido do Cruzeiro e abriu o placar, aos 29 minutos.

O Cruzeiro ainda teve uma boa chance de empatar a partida com M. Moreno, que desperdiçou passe açucarado do R. Goulart já no final do primeiro tempo.

Para o segundo tempo, M. Oliveira colocou Alisson no lugar de Marquinhos e mudou a cara da partida. Logo no primeiro lance, mais uma vez Manoel cabeceou bola perigosíssima, defendida pelo goleiro M. Lomba, que mais uma vez se jogava no chão e fazia ‘cera’. Aliás, o que os jogadores do Bahia gritavam com o juiz era uma grandeza, enquanto todos os seus jogadores retardavam a partida a todo custo.

Pouco depois, R. Goulart recebeu a bola na área, ia virar para armar um passe quando o jogador do Bahia tocou nele. Eu – que costumo reclamar da arbitragem quando eles erram contra o Cruzeiro – me sinto na obrigação de falar que achei o lance normal. Porém, o juiz marcou penalidade para o Cruzeiro. Lance convertido por Éverton Ribeiro, aos 8 da etapa complementar.

Com um jogador a menos depois da discussão no lance do pênalti, o Cruzeiro passou a criar inúmeras chances. Mais ofensivo, uma vez que Dagoberto havia entrado no lugar de Henrique, foram muitas as chances de desempatar a partida.

O Bahia ainda teve um lance incrível de contra-ataque com Railan, que penetrou sozinho pelas costas da defesa celeste – mais uma vez pelo lado esquerdo – e para nossa sorte, chutou para fora.

Quando M. Oliveira iria sacar o R. Goulart da partida, Alisson recebeu bola pela esquerda elavantou com estilo para M. Moreno que, dentro da área, escorou a bola com o peito para R. Goulart fazer o segundo tento do jogo, o gol da virada.

A frente do palcar, o Cruzeiro criou mais e mais chances, enquanto o Bahia tentava – vez ou outra – algum sucesso no ataque. Everton Ribeiro chegou a colocar mais uma bola na trave. 

A duras penas, o Cruzeiro conseguiu virar a partida mais uma vez e manteve importante distância para o time do São Paulo, adversário que vamos enfrentar fora de casa no próximo domingo.



Em um dia pouco inspirado do time e que sofremos com a falta de importantes jogadores, foi uma vitória da perseverança deste time que não desiste nunca.

Agora, domingo que vem, é a vez da torcida celeste aqui de Sampa fazer bonito, como fez a galera do Rio, e abarrotar o seu espaço no Morumbi para empurrar o time para mais um bom resultado.

No que depender da gente, faremos o possível para deixar este confronto um pouco menos ‘fora de casa’ com a força da nossa torcida.


Vamos Cruzeiro!

sábado, 30 de agosto de 2014

Seca mais que tá dando sorte.


No Brasileirão não existe jogo fácil. É com esta mentalidade que o M. Oliveira vem motivando o time para que joguemos sempre um grande futebol. Só que hoje, foi mais sofrido do que imaginávamos. Pelo menos no primeiro tempo.

Pessoalmente, eu não gosto de pegar estes times muito pequenos. Eles já vem ao Mineirão sabendo que perder é normal, por isso jogam ‘não jogando’, fechados, por uma bola. Bola esta que a Chapecoense conseguiu em desvio de Zezinho, aos 10 minutos de jogo. A partir daí, o Cruzeiro martelou, martelou, lançou bolas, chutou de longe, mas a bola insistia em não entrar.

Partida difícil, daquelas que todos os torcedores dos demais times estavam acompanhando para secar. M. Oliveira precisava mexer no time e foi isso que ele fez, ao sacar William para colocar o Alisson.


E foi na base da base que o Cruzeiro virou o jogo, com ótimas atuações de Alisson e Mayke, que passeou fácil pela ala direita. Enquanto o time da Chapecoense ainda arrumava os meiões, a Raposa virou a partida.

Aos 4 minutos, Alisson cruzou a bola para Leo fazer o primeiro. E aos 6, veio a virada, também de cabeça, com M. Moreno, em ótima jogada feita pelo Mayke que cruzou sob medida para o flecheiro celeste.

O Cruzeiro continuava a pressionar e chegou ao 3º gol aos 13, com Alisson, em bola mais uma vez cruzada por Mayke.

Quando a Chapecoense encostou no placar, aos 26, com Bruno Rangel, houve quem ficasse preocupado (confesso que fiquei). Mas como quem dissesse ‘deixa que eu ganho esse jogo quando quiser’, o Cruzeiro tratou de fazer o 4º e derradeiro gol do jogo dois minutos depois, novamente com Marcelo Moreno, que nesta partida se tornou o segundo maior artilheiro estrangeiro com a camisa do Cruzeiro.

A Chapecoense ainda teve uma boa chance de gol, mas o time celeste conseguiu segurar o placar e garantir mais 3 pontos em nossa luta pelo Tetra.

E aos secadores, um recado: pode secar... Aliás, sequem mais, porque tá dando muita sorte.

Vamos Cruzeiro!


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

5 no Sta. Rita, porque 6 só na Sta. Rosa.


Assim que o juiz apitou, o modesto Santa Rita foi quem protagonizou o primeiro ataque da partida. E pronto, acabou a participação do time alagoano no jogo.

Não sei dizer ao certo as estatísticas de ontem, mas o Cruzeiro deve ter conseguido 280% de posse de bola, quase todo tempo no campo do adversário. Umas 320 chances de gol. Só o M. Moreno deve ter perdido umas 90 oportunidades claras. Bolas na trave foram 3 (essa eu contei... rs). E o número que conta: 5 gols a 0 para a Raposa.

A disparidade entre os times era tão grande que só o Cruzeiro tinha algo a perder. Mas o time tratou de espantar a zebra com uma atuação consistente, de muita movimentação, toque de bola e dedicação na marcação.

Embora os números exagerados sejam uma ‘brincadeira’, dentro de campo havia mesmo um abismo técnico entre as equipes. Marcelo Moreno, aos 7 minutos, Dedé, aos 17 e Júlio Baptista, aos 34 deram números ao placar do primeiro tempo. Marcelo Moreno, aos 9 e Henrique aos 42 complementaram os números da partida, que ficou marcada na história do clube como a milésima vitória do Cruzeiro no Mineirão.


Feliz com a vitória expressiva, conquistada com um time misto – diga-se de passagem, o torcedor que foi ao Mineirão voltou para casa com a sensaçãoo de que ficou até barato para o time de Santa Rita. Mas tudo bem, até mesmo por uma questão de respeito... Afinal de contas, todo mundo sabe que 6 é exclusividade da Sta. Rosa. #TumDumPish

Agora o foco no Brasileirão, para um duelo complicado contra o modesto time da Chapecoense.


Vamos Cruzeiro!