sábado, 26 de julho de 2014

O time é ‘bão’, até debaixo d’água!


O Cruzeiro tá jogando tanta bola, que até São Pedro compareceu ao Mineirão, porque o que caiu de água no primeiro tempo da partida não foi brincadeira. Sorte que a Raposa também entende de chuva... só que de gols.

O primeiro tempo foi difícil. Apesar de ter mais de 70% de posse de bola, jogando fechadinho, foi o Figueirense que teve as 3 chances mais agudas de gol na primeira etapa.

O campo encharcado era o maior adversário do Cruzeiro, que abriu o placar aos 41, em lance que o juiz marcou um pênalti – que eu sinceramente não ví – em cima do Ricardo Goulart. Lucas Silva bateu e fez o 1º da partida, em bola que caprichosamente ainda beliscou a trave antes de balançar a rede.

No segundo tempo, a medida que a chuva baixava, o futebol celeste crescia de produção.

Foram precisos apenas 4 minutos para o Cruzeiro fazer mais dois gols. O primeiro, um golaço de Marquinhos que arrematou uma bola ajeitada de calcanhar por Marcelo Moreno. E depois com Dedé, de cabeça, em lance de falta cobrada por E. Ribeiro.

Mesmo perdendo por 3 de diferença, o Figueirense não se arriscava a sair para o ataque. Mesmo assim, Ricardo Goulart fez o seu, em linda jogada de contra-ataque, arrematando um cruzamento preciso de Everton Ribeiro com a cabeça. O 5º veio dos pés de Dagoberto, aos 33 do segundo tempo.

Com um expressivo 5x0 no placar, o Cruzeiro soma mais 3 valiosos pontos na busca pelo Tetra. Mais do que uma boa vitória, há de se destacar o bom futebol do time. Está dando gosto de ver o Cruzeiro jogar!

Que seja assim até o final do campeonato.


Vamos Cruzeiro!

domingo, 20 de julho de 2014

A 1ª impressão é a que fica.


Em uma rodada na qual o Cruzeiro tinha – teoricamente – o adversário mais difícil entre as equipes que brigam pela ponta da tabela, a Raposa começou como líder e terminou a partida como ‘Super-Líder’. Com os tropeços de Corinthians e São Paulo, a equipe estrelada agora acumula 5 pontos de ‘gordura’ na ponta da tabela.

O Jogo.

Com presença marcante da galera azul no Pacaembú (como de costume, diga-se de passagem), o Cruzeiro começou arrasador a partida. Naquilo que parecia mais um VT do jogo Brasil X Alemanha, aos 9 minutos a partida já estava 2X0 para a Raposa, com gols de R. Goulart, em jogada que começou com Marquinhos pela direita e culminou no chute do camisa 28, e Manoel, em lance de bola parada.

Placar este que poderia ser ainda maior se, aos 18, Everton Ribeiro não tivesse seu chute defendido por Fábio – goleiro do Palmeiras. (Aí já é apelação, né? Colocar um goleiro com o nome do maior goleiro do Brasil só para dificultar pra gente. rs).

O Palmeiras ainda teve uma boa chance de gol que acabou em um chute tosco para fora, logo após uma bela defesa do Fábio, além de uma bola na trave que o próprio M. Moreno meteu na meta azul, quando cortava escanteio.

A torcida do Cruzeiro, que acabou o primeiro tempo aos grito de ‘olé’ e aplaudindo o time na saída do intervalo, não imaginava que assistiria a um jogo dramático no segundo tempo.



Diferentemente do que a maioria dos Cruzeirenses pode pensar – normalmente, analisamos o jogo pelo nosso lado e nunca pelo adversário – eu não acho que o Cruzeiro recuou. Acho sim que o Palmeiras voltou muito mais motivado e aguerrido, encurralando o time azul em seu campo de  defesa.

De tanto pressionar, Tobio diminuiu para a equipe paulista aos 8 da etapa complementar. Aos 17, não fosse um daqueles habituais milagres do nosso Fábio, que defendeu um chute perigosíssimo do Henrique.

Mais para o final do jogo, o Cruzeiro teve a bola da partida com Tinga, aos 37, e depois disso soube cozinhar o resultado do jogo.

Em uma partida que teve um tempo para cada um dos Palestras, melhor para a Raposa que teve um início arrasador. Neste jogo, a primeira impressão foi a que ficou (rs).

Há de se destacar a boa participação do Marquinhos no primeiro tempo do jogo, além do oportunismo de sempre do artilheiro do Brasileirão, Ricardo Goulart. Isso sem falar de mais uma atuação segura do Manoel.

Tudo isso além, é claro, da participação da torcida celeste em São Paulo, especialmente a galera da Sampa Azul, que fez bonito e empurrou o time durante 90 minutos.


Agora é descansar e treinar muito nesta semana ‘livre’ para, no próximo sábado, enfrentar o Figueirense no Mineirão.


Parabéns Cruzeiro. Continuamos firmes na luta pelo Tetra.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Ê saudades que eu estava sentindo!


Quando o assunto é Cruzeiro, a vitória é um termo que combina bem. Talvez por isso, o confronto de hoje já nos trazia um bom pressentimento. Cruzeiro e Vitória: tudo a ver.

Ruim mesmo ficou para o Vitória, time de futebol. Porque, além de matar a saudades do torcedor celeste no Mineirão, o Cruzeiro matou mesmo foi a equipe baiana.

O primeiro tempo foi um espetáculo que teve de quase tudo. Com um futebol envolvente e uma marcação eficiente, a Raposa fez tabelas, toques rápidos, jogadas de profundidade, teve chances de gol com chutes, com cabeceio, de bola parada e posse de bola de 72%... Só não teve gol.

Engraçado que, de tanto tentar, na etapa complementar foi o Vitória que fez o primeiro gol do Cruzeiro, aos 16, quando Alemão tentou cortar o cruzamento de Éverton Ribeiro e fez contra.

O Vitória, que antes só fazia se defender, teve que buscar jogo. E aí, amigo... é gol do Cruzeiro. Aos 27, Egídio salva bola que se perdia pela linha de fundo e cruza para a área. O oportunista e matador Ricardo Goulart aparece para fazer 2x0.

O 3º veio pouco depois, aos 30, em lançamento do mesmo Goulart que encontrou E. Ribeiro para fuzilar para o gol. Já no apagar das luzes, o Vitória diminuiu com gol de falta de Ayrton, deixando o placar final da partida em 3x1.

Ótimo resultado do Cruzeiro, especialmente pelo bom futebol apresentado em campo.

As coisas andam tão boas na Toca que – parafraseando meu amigo Duca – a zaga reserva é titular do Cruzeiro... rs Esse Manoel parece mesmo ser um monstro na defesa e o Leo está comendo a bola. Nosso meio brilhando com o Goulart artilheiro e boas investidas do E. Ribeiro.

Quem entrou um pouquinho devagar foi o Dagol, que está recuperando a forma física e tem crédito de sobra.


E toda a galera de Sampa, que aproveitou para matar a saudade do Cruzeiro, também matou saudades da Sampa Azul, com um ótimo público e muita cantoria e animação. Foi TOP... padrão Cruzeiro.

E assim seguimos líderes e fortes na busca do tetra.

Vamos Cruzeiro!