quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Explode coração, na maior felicidade.



Confronto de líderes. Mineirão lotado. Sampa Azul com record de público, gente de pé, escorada até mesmo no limite da visão da televisão. Eu, que estava super apreensivo com o jogo, sabia alí que a vitória seria nossa. Não poderia haver outro resultado.

Com a bola rolando, o Cruzeiro fez um primeiro tempo muito mais incisivo que o Botafogo, embora os dois times tenham apresentado um ótimo futebol, de toque de bola, sem afobação na saída de bola. E, depois de perder pelo menos dois gols em lances de cruzamento que passaram centímetros dos pés dos atacantes celestes, foi Nílton, já aos 46 do segundo tempo, em um ‘voleio de calcanhar’, que tirou o primeiro zero do placar.


A Sampa Azul explodiu e acordou toda a vizinhança, em uma festa só.

Logo no começo do segundo tempo, pênalti para o Botafogo. Seedorf bateu e errou. Nova explosão na Sampa Azul.

O jogo virou uma batalha emocional pura. O Cruzeiro se encolhia, marcava como podia, havia estratégia, mas ela era sobreposta pela raça e correria. O Botafogo pressionava e o Cruzeiro tentava buscar contra ataques.

Nílton saiu machucado, para a entrada de Henrique. Dagoberto e Júlio Batista também entraram no time celeste. Aos 36, uma arrancada de Éverton Ribeiro acaba em trombada na área e o juiz marca pênalti. Júlio Batista bateu e Jefferson ainda tocou na bola, antes de entrar para fazer 2x0.

O gol estraçalhou o Botafogo emocionalmente e o Cruzeiro recobrou um pouco mais a sua organização. Como recompensa, fez o gol de misericórdia aos 42, também com Júlio Batista, depois de contra ataque fulminante puxado pelo próprio camisa 10, que tocou para Dagoberto, que devolveu para ‘La Bestia’ arrematar e fechar a conta.

Cara... não tenho mais o que dizer. A não ser mostrar para vocês um pouco do que foi este dia de hoje, com fotos e vídeos da nossa Sampa Azul.



Vai ser difícil dormir hoje. Sem palavras!


Que venha o Corinthians no domingo. Vamos Cruzeiro!
Um jogo de cada vez, com os pés no chão, mas a cabeça no objetivo maior.

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