terça-feira, 21 de dezembro de 2010

2011 que nos aguarde!


A noite do último sábado marcou a 2ª festa de fim de ano da Sampa Azul. Mais do que celebrar o orgulho de ser cruzeirense, comemoramos também a amizade que nasceu entre as pessoas que freqüentam a Sampa Azul, algo que felizmente transcendeu o lado do futebol.

Este ano de 2010, embora não tenha coroado a torcida de São Paulo com um título, foi relativamente bom. Depois da eliminação da LA, e da saída do Adílson, ver o time brigando pelo caneco do brasileirão foi algo muito bacana. Título este que escapou das nossas mãos muito mais por influências externas do que pelo nosso futebol. Fazer o que? Infelizmente faz parte...

Embora não seja a mesma coisa, registre-se aqui também que a Raposinha (o time Sub-20 do Cruzeiro) se consagrou Bi-Campeão Brasileiro nesta terça feira, em vitória diante do Palmeiras, nos pênaltis. Parabéns!

Este também foi um ano mais do que especial para a Sampa Azul graças aos inúmeros amigos novos que conheceram nossa torcida. Além da forte divulgação na internet, fomos agraciados com a cobertura da mídia. Primeiro com o jornal Marca.br, depois com o Pânico na TV.

Tudo isso, diga-se de passagem, conquistado única e exclusivamente com o amor da nossa torcida e a dedicação de membros que dedicam o seu tempo em prol da Sampa Azul. Nestas horas fico imaginando o que faríamos com um pouquinho só de apoio do próprio Cruzeiro.

Que venha 2011, e com ele os títulos que nos escaparam até hoje. Estamos nos organizando para fazer da Sampa Azul um lugar ainda mais especial para nossa torcida e amigos. Fiquem ligados em nosso Blog para não perderem nada!

A todos, deixamos aqui o nosso muito obrigado pelo seu apoio e participação, ao mesmo tempo em que desejamos para você e toda a sua família, um feliz 2011.

Vamos vamos Cruzeiro!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Festa do fim de ano Sampa Azul - 18/12/2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

Vice do Brasileiro 2010


A tarde de domingo reservou fortes emoções para as torcidas de Cruzeiro, Fluminense e Corinthians. Quem esperava que os três times vencessem suas partidas com facilidade se surpreendeu com uma última rodada emocionante.

A duras penas Cruzeiro e Fluminense venceram suas partidas, enquanto o Corinthians apenas empatou, resultados que deram o título ao tricolor carioca, o vice para o Cruzeiro e a terceira posição para o time paulista.

O Jogo.

Foi um jogo de ‘270 minutos’ para a torcida celeste. Um título do Cruzeiro dependia diretamente de tropeços do Fluminense e do Corinthians. Por isso, eram olhares fixos no telão da Sampa Azul, e forte expectativa a cada “bolinha” que aparecia para anunciar gols na rodada.


Com a bola rodando, o Cruzeiro enfrentava um time misto do Palmeiras, formado de reservas e jogadores juniores. Mas seria preferível ter enfrentado o titular. Sem nada a perder e com a chance de mostrar o seu futebol, a garotada alviverde engrossou a partida para o Cruzeiro.

Fruto do nervosismo, o time azul não encaixava as jogadas com facilidade. Mesmo assim foi soberano no primeiro tempo e só não saiu da primeira etapa com vantagem no placar, pois o goleiro palmeirense operou duas grandes defesas, ambas nascidas dos pés de Henrique. Primeiro num chute aos 15, e depois em uma cabeçada mortal aos 46.

Alegria mesmo por gols, só quando o Goiás abriu o placar contra o Corinthians. Mas minutos depois o time paulista empatou o jogo. Mesmo assim, o primeiro tempo acabava com os 3 jogos empatados e com motivos para esperança.

Gols, emoção e o vice.

O Cruzeiro voltou para buscar a vitória com Gilberto no Lugar de Rômulo. Precisando do resultado e, naquele momento, dependendo só de si para ser campeão, o time azul partiu com tudo para o ataque. Mas, como castigo pela falta de gols, em uma jogada individual de Vítor, a bola foi cruzada para Rivaldo fazer Palmeiras 1x0.

Era inacreditável. A galera que lotava a Sampa Azul custava acreditar que a rodada estava perfeita, mas o Cruzeiro não conseguiria fazer sua parte. Foram instantes de tensão, revolta, sofrimento.

Afoito, o time errava passes, mas buscava o gol a todo custo. Logo depois do gol palmeirense, quase o empate em uma puxeta de W. Paulista. Pouco depois, Thiago Ribeiro perdeu um gol incrível na cara do gol.

Até que, de tanto insistir, o Cruzeiro foi recompensado. Diego Renan fez boa jogada pela lateral e encontrou Henrique livre na grande área para fazer o gol de empate. Gol este que incendiou a Sampa Azul e o jogo.


Para nosso azar, quase que simultaneamente, a ‘bolinha’ apareceu na tela para anunciar o gol do Fluminense. A partir daquele momento não dependíamos mais das nossas forças.

A Arena ficou um pouco mais morna, mas o time não apagou. Continuou tentando o gol da vitória. Precisávamos fazer pelo menos a nossa parte para podermos sonhar. E fomos a luta.

Foram inúmeras chances e jogadas, mas a bola teimava em não entrar. O goleiro Bruno do Palmeiras não queria mesmo deixar a festa da galera celeste ser completa. Farías e Wallyson já estavam em campo nos lugares de W. Paulista e Roger. Tudo e todos em busca do gol.

E aos 47 do segundo tempo, em ataque rápido do Cruzeiro, Wallyson recebeu na área e chutou com violência para o gol. A bola foi parcialmente defendida pelo goleiro, mas correu lentamente para as redes, cravando a virada celeste.

Festa na Sampa Azul e torcida para o Guaraní. Chegamos até a mudar de canal para acompanhar os momentos finais do jogo do Bugre, mas já não havia tempo para mais nada.

O Cruzeiro fez a sua parte a duras penas, mas o caneco foi para o Fluminense. Menos mal que, com a vitória, conseguimos ainda beliscar o vice-campeonato Brasileiro, uma vez que o Corinthians só empatou com o time reserva do Goiás.

Festa na Sampa Azul.

Tradicional Festa do Intervalo. Muita gente não está na foto porque não coube... rs
No fim das contas, a multidão que lotou a Sampa Azul acabou por comemorar a vaga direta para a Libertadores, um milhão de reais a mais para o clube estrelado e a queda do Corinthians para o terceiro lugar.

Embora não tenha sido a festa do título, o pessoal fez a sua festa e cantou a plenos pulmões, com direito a uma ‘provocadinha’ de leve na vizinhança corintiana. Dentre eles o Alfinete do Pânico que, descobrimos, é vizinho da Sampa Azul e chegou em casa sobre as homenagens da nossa torcida.

Agora é descansar e esperar por reforços de peso para que nós possamos buscar a LA2011.
Foto do pós-jogo. A festa foi grande na Sampa Azul.
Parabéns ao Cruzeiro, a torcida celeste e especialmente para a Sampa Azul. Ano que vem tem mais.

Atenção: As fotos da partida de hoje estarão na galeria no decorrer da semana. Aproveite a comunidade e participe de nossa comunidade no Orkut, ou siga a Sampa Azul no Twitter.

Fiquem atentos. Nos próximos dias, anunciaremos a nossa festa de final de ano e outras novidades.

domingo, 28 de novembro de 2010

Diversão e Futebol na Sampa Azul.


Na partida contra o Flamengo deste domingo, o Cruzeiro arrancou uma vitória de virada para continuar vivo na luta pelo título. Veja como foi a partida no restante deste post, ou assistindo ao Pânico na TV, que cobriu a festa da Sampa Azul em grande estilo nesta partida.

O Jogo.

A partida aconteceu em Volta Redonda, a mais de 100Km da capital carioca. Dos postulantes ao caneco, somente o Cruzeiro tinha um adversário que prometia jogar duro. Precisando escapar do rebaixamento, o Flamengo tentava endurecer ao máximo as coisas para o Cruzeiro. E de fato, conseguiu.

Em uma partida que começou truncada, foi o time carioca que abriu o placar com Diego Maurício, aos 9 minutos, em jogada ofensiva nas costas da zaga Cruzeirense. Mas o time celeste não está na briga por acaso e tratou de empatar minutos depois, em bela cobrança de falta de Roger, quando o relógio marcava 15 minutos de jogo.

Com a igualdade no placar, o Cruzeiro tratou e impor o seu melhor futebol. O campo parecia ser ruim, a bola quicava muito a cada troca de passes dos jogadores. Embora tenha pressionado mais, o placar acabou mesmo 1x1 na etapa inicial.

Viva vira que mantém o sonho vivo.

Os dois times precisavam do resultado e o jogo era quente. Aos 3 minutos, Diogo simulou pênalti e recebeu cartão amarelo. Aos 9, quase o desempate celeste com Wellington Paulista, de bicicleta.

Mas aos 24, Montillo cruzou na área para encontrar a cabeça de Thiago Ribeiro, que escorou a bola para as redes cariocas e virou a partida para o Cruzeiro.

A Sampa Azul explodiu em alegria. Pouco depois, Montillo fez uma belíssima jogada passando por 3 marcadores cariocas, e cruzou para W. Paulista que perdeu um gol incrível, cara a cara com o gol.

Dai até o final, o time estrelado conseguiu segurar o placar e garantiu a vitória que nos manteve vivos no campeonato.

Um convidado especial e show da torcida.

Assistir aos jogos na Sampa Azul sempre é um espetáculo a parte. Mas hoje, nosso QG contou com uma atração ainda mais especial: a cobertura do pessoal do Pânico na TV.



Para uma matéria que cobria os 3 times que se mantém vivos na briga pelo título, o programa enviou o Carioca, devidamente vestido de “Samuel Rosa” – vocal do Skank – para assistir e torcer conosco.

Embora a brincadeira seja o tom principal do programa, o Carioca realmente incorporou o personagem e torceu muito pelo nosso Cruzeiro, ao lado de nossa torcida.

Ele esbanjou simpatia e também talento. De início, com uma guitarra na mão, ele cantarolou alguns sucessos do Skank e fez muitas brincadeiras com a galera. Depois de gravar alguns “spots” iniciais, entrou conosco na torcida.

A cada bolinha de “gol” que aparecia na tela, uma expectativa. No gol do palmeiras, muita vibração da nação celeste, junto do “Samuel Rosa” do Pânico. No gol do Flamengo, nada de clima ruim... Aos gritos de “Vamos virar Zêro”, nossa torcida e o “Samuel Carioca Rosa” não perdíamos a esperança.


No gol de falta de Róger, marcamos o rítimo da cobrança com palmas e muita gritaria. E no gol da virada, uma verdadeira explosão azul tomou conta do nosso QG.

A tradicional foto do intervalo também foi uma alegria só. Com a sua cara de “choro” Samuelística, o carioca está agora registrado oficialmente no mural de nossa torcida.


Foi simplesmente fantástico. Como isso vai ficar na TV, ninguém saberá até a hora da matéria. Mas que o momento da gravação foi realmente especial e prazeroso, isso foi.

Aproveitamos a oportunidade para agradecer ao Carioca, aos câmeras e aos amigos do Pânico na TV pela simpatia e, também, pela oportunidade de mostrarmos nossa torcia ao Brasil todo.

Vitória de virada, visita do pânico e torcer pelo Cruzeiro. Melhor do que isso, só se domingo que vem a gente comemorar o título, de preferência, ao lado de alguma Paniquete... rs

Parabéns a torcida cruzeirense de São Paulo. Domingo que vem, tem mais.

Zêeeeerroooooo!!!

domingo, 21 de novembro de 2010

Fazendo nossa parte...

Cruzeiro ganha do Vasco por 3x1 e garante vaga na Libertadores, ao mesmo tempo que mantém o sonho do título vivo.

Blitz e três gols.

O Cruzeiro precisou de exatos 32 minutos para acabar com o Vasco nesta noite de domingo. Com um ótimo volume de jogo, só o time azul pegava na bola na primeira meia hora de jogo.

Logo de cara, Wellington Paulista, também conhecido como ‘Washington Paulista’ pelos gols que perdeu, desperdiçou duas oportunidades de abrir o placar. Uma de cabeça e outra em um peteleco sem direção na pequena área.

Mas vejam vocês, em três cobranças de escanteio (isso mesmo, aquela jogada que nunca nos causa ‘frisson’ de gol) o Cruzeiro fez o placar que mereceu na primeira etapa. Roger em rebote, aos 13, Henrique de cabeça, aos 19 e Edcarlos, em novo rebote aos 32 marcaram os 3 primeiros gols da partida.

O Vasco passou a tentar algo para diminuir a diferença, mas o jogo estava muito fácil. Tão fácil que o Cruzeiro relaxou demais. E quando a água da chuva começou a cair em Sete Lagoas, o Vasco diminuiu com Renato Augusto, no último lance do primeiro tempo.

Segundo tempo sem graça.

O gol vascaíno criou uma leve tensão na partida. O jogo que estava ganho poderia ganhar contornos dramáticos. A equipe carioca até veio para uma leve pressão, mas o time atual do Vasco não oferece muito risco para ninguém.

Se pudesse, o Cruzeiro pediria para o juiz acabar o jogo aos 25 do segundo tempo, pois a partir dai foi um tal de toca para lá, e toca para cá, que não levou o time celeste para um placar ainda mais favorável.

Fim de jogo, Cruzeiro 3x1 Vasco, para a festa da galera que compareceu na Sampa Azul para curtir mais esta vitória. Com o triunfo, o time garantiu a vaga para mais uma Libertadores, a quarta seguida. De quebra, ainda pode sonhar com o título do Brasileirão.

Eu acredito... e você?

Vamos Cruzeiro!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O maldito jogo que nunca acaba.

Sinceramente, não agüento mais falar sobre o jogo de sábado. Mas o assunto não me deixa em paz! Na empresa, no restaurante, enquanto corria na academia... todo mundo parece só falar a respeito disso.

A polêmica faz parte do futebol. Sempre foi assim e sempre será. Alguns até dirão que aí reside a graça do esporte, que seria este o motivo de o futebol ser tão popular. No entanto, poucas vezes vi tanto ‘furdúncio’ quanto no jogo passado envolvendo Corinthians e Cruzeiro. A pergunta que fazemos então é a seguinte: se justifica tamanha polêmica?

A resposta, principalmente para a torcida do Cruzeiro é SIM, se justifica e é muito fácil explicarmos o porque.

A mídia, em especial a de São Paulo, tenta a resumir o jogo todo a um único lance, o tal do pênalti polêmico de Gil em Ronaldo. Fosse isso, seria apenas mais uma das infindáveis discussões sobre futebol. No entanto, o que é preciso deixar claro é que a torcida do Cruzeiro está indignada com coisas além do pênalti, a revolta é com a falta de critério do Sr. Sandro Ricci durante toda a partida.

Durante 90 minutos, assistimos a erros grosseiros dos bandeiras da partida. Foram pelo menos 2 impedimentos com clara chance de gol. Isso tudo sem contar outras 2 ou 3 faltas perigosíssimas ignoradas pelo árbitro.

Até que, aos 43 minutos de jogo, o mesmo árbitro que ignorou uma série de faltas feias e claras para o Cruzeiro, marcou em uma dividida de bola comum, o pênalti mais discutido da temporada.

Reintero. Pessoalmente continuo achando que NÃO foi pênalti, apesar de inúmeros programas televisivos e outros jornais justificarem a marcação da infração com fotos e vídeos que mostram o contato entre os 2 jogadores. Isso, para mim, não é prova de que foi falta. Continuo achando que em uma partida de futebol, um esporte de contato, uma dividida daquelas foi um lance normal. Ainda mais em uma partida em que o juiz ignorou contatos muito piores.

Mas tudo bem, que o danado desse o pênalti. Não reside aí o problema. Se o contato de Gil em Ronaldo foi falta, então o tranco de Chicão no W. Paulista também foi pênalti. Com um agravante, o atacante celeste estava em progressão ao gol.

É justamente a falta de critério que revolta. São 90 minutos de uma arbitragem tendenciosa para o time da casa. Por mais que não se possa (nem se deva) colocar a honestidade do Sr. Sandro Ricci em dúvida, fica claro que o peso de um Pacaembu lotado pesou influenciou nas marcações dele. Desonesto não, caseiro, sim.

E aí, a torcida que viu seu time jogar muito melhor, ser garfado com a não marcação de faltas, de pênaltis e sofreu com impedimentos absurdos tem de ficar quieta e não protestar? As favas!

Para os cínicos que dizem de peito aberto “acontecem erros para todos os times” digo: Problema de quem se conforma com a roubalheira. Nossa torcida não se conformará jamais. Ainda mais quando temos jogos contra São Paulo, Grêmio, Botafogo, Santos, sempre confrontos decisivos, influenciados pela arbitragem. Quando os erros que são comuns a todos somam mais malefícios que benefícios (sim, nós fomos ajudados em algumas ocasiões) fica bem difícil aceitar calado as injustiças.

Tudo se torna ainda mais inflamado pois, em discussão, está o time do Corinthians, que sempre estampa manchetes de jornais com conquistas decorrentes de erros de arbitragem. (Mais uma vez, repito. Não estou falando que houve esquema para beneficiar o clube paulista, apenas estou comentando um fato. O Corinthians é o personagem de decisões polêmicas na Copa do Brasil, no Brasileirão de 2005 e outros mais). Fosse com outro time, acho que não renderia tanto.

Enfim. Em um campeonato tão disputado, tão difícil, que pode ser decidido no saldo de gols, não poderiam acontecer tantos erros decisivos.

Com isso, pessoalmente eu dou por encerrada qualquer discussão futura sobre o jogo do último sábado, ao mesmo tempo que continuo com nojo da arbitragem brasileira e achando que o campeonato perdeu a sua credibilidade.

E digo para todos os torcedores do Cruzeiro que protestem sim. Com criatividade e sem violência, mas que não se calem jamais. Pois nós não podemos sucumbir ao poder do eixo do mal.

É a velha história. Cada um tem o direito de escolher a verdade que lhe convém. Mesmo que, para isso, deva ignorar uma coisa chamada critério. Deixemos então que determinados programas e comentaristas tentem encobrir o óbvio: fomos roubados e ponto final.

Isso só vem a comprovar que eles também são humanos e parciais, Apesar de terem os veículos de comunicação a disposição para dissipar seus pontos de vista. Sorte que a internet democratizou um pouco mais as coisas e, hoje, não precisamos mais ouvir calados.

Comentarista por comentarista, prefiro ouvir um craque de bola e das palavras. Enquanto alguns preferem somar o amarelo de um sorriso vergonhoso às cores dos seus times, o Tostão nunca me decepciona.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Bonito na foto!

Olá amigos da Sampa Azul.

A polêmica da última partida foi tamanha que me esqueci de compartilhar com vocês um a reportagem feita pelo jornal MARCA.BR sobre a Sampa Azul, no sábado de manhã, dia da partida contra o Corinthians.

Depois da notinha que saiu na revista VIP, agora ganhamos um rodapé inteiro neste importante jornal esportivo que está chegando com tudo aqui no Brasil.

Para ver a matéria em um tamanho maior basta clicar sobre a imagem acima.

Desde já, deixamos aqui o nosso agradecimento a equipe do jornal Marca, em especial ao repórter e editor André Pascowitch, bem como ao fotógrafo Daniel Ramalho, pelo interesse e cobertura do nosso espaço.

Notinha no canto da VIP, agora um rodapé inteiro... Num sei não, mas não demora, seremos até capa de revista ou tema de matéria... rs

sábado, 13 de novembro de 2010

Falta de vergonha, dignidade e respeito com o campeonato.

Foi uma pena que eu esqueci meu nariz de palhaço em casa. Em um jogo em que Cruzeiro engoliu o adversário na bola, o Corinthians venceu com um pênalti tão nojento, que o derrotado nesta tarde foi o futebol brasileiro, e não só o time celeste.

O Pré-jogo.

Ao chegar no Pacaembú, me deparei com um esquema de segurança nunca antes visto no estádio. Para garantir que o torcedor do Cruzeiro tivesse lugar na decisão e evitar que torcedores alvi-negros adquirissem os ingressos azuis, a diretoria corintianas só vendeu ingressos para a torcida visitante a partir das 16h30 deste sábado.

Com isso, uma fila gigante se formara na frente do Pacaenbú. Muita, mas muita gente foi apoiar o Cruzeiro nesta partida. Era a certeza de um grande público mas, depois de adentrar o estádio e ver aquele mar azul de gente, acho que posso afirmar que nunca o estádio paulista recebeu tanto torcedor celeste.
A Expectativa era a melhor possível. Mesmo sem a Máfia, que só entrou no segundo tempo da partida, a galera celeste cantava a todo pulmão os “hits” do Mineirão. Mal imaginávamos o que viria pela frente.

Com a bola rolando, só deu Cruzeiro.

Quem viu o jogo do estádio assistia a um Cruzeiro onipresente. Não existia um espaço do campo sem que houvesse uma marcação quase perfeita por parte do time estrelado. Tanto que, salvo uma boa jogada de Elias, só deu Cruzeiro.

Logo aos 14, Thiago Ribeiro recebeu um belo lançamento cara a cara com o gol, mas não chutou. No lance, reclamou pênalti que o juiz não deu. O trio de ‘bandidagem’ – ops – arbitragem ainda anulou dois lances agudos do ataque celeste com impedimentos não existentes.

Se o primeiro tempo só deu Cruzeiro, o segundo foi ainda mais azul. O Cruzeiro soube segurar o ímpeto do Corinthians e ainda teve mais chances agudas de gol.
A mais clara com W. Paulista aos 32, em belo chute a queima roupa.

Era um jogão e o Cruzeiro provava ter futebol para ser campeão brasileiro. Se existia uma equipe de que deveria sair vencedora do campo, esse time era o Cruzeiro. Seria uma questão de justiça.

Mas ‘justiça’ é uma palavra proibida daqui para frente. Aos 43 do segundo tempo, bola levantada na área do Corinthians e em uma disputa de bola pelo alto, Ronaldo trombou com Gil, em um daqueles lances que não é falta nem no meio de campo. Não contente, ele ainda expulsou o Gil.

Depois de uma confusão enorme, Ronaldo bateu e fez o gol do vexame do Campeonato Brasileiro de 2010.

Depois da batida, todo o time do Cruzeiro aplaudiu ironicamente o juiz, que completou a lambança expulsando o Cuca. Revoltado, Fabrício deixou o campo, forçando usa substituição.

A torcida aplaudiu a passagem do Gil, que se encaminhava para o vestiário. Depois disso, passou a gritar “Sai do campo, sai do campo, sai do campo!”, pedindo que o time deixasse a partida naquele momento. Depois, ainda ficou até o final e aplaudiu o brio do time.

Fim de jogo e da credibilidade deste campeonato.

O time do Corinthians comemorava a vitória, e o Cruzeiro partia para cima do juiz ao término da partida. Com a discussão, Gilberto também foi expulso depois de o jogo ter terminado.

Pela primeira vez, eu não estava ‘triste’ com uma derrota. Embora o resultado praticamente nos coloque fora da briga pelo título, o que eu senti naquele momento foi NOJO. Mais do que tristeza eu estava enojado do futebol brasileiro, e também com vergonha de participar de um campeonato com cartas marcadas.

Ainda na saída, cruzei com o Zezé Perrela, descendo indignado pelas escadas e rumando para o vestiário do time.

Atestado de cinismo.

Quem conhece o Pacaembú, sabe que uma bela subida separa o estádio do metrô e dos pontos de ônibus. No caminho, ao caminhar e meio da torcida corintiana, pela primeira vez depois de uma derrota, o trajeto foi feito sem festa por parte dos mandantes.

Nos comentários, alguns com um sorriso amarelo pela vitória roubada. Outros reconhecendo o melhor futebol do Cruzeiro e agradecendo o pênalti que veio do céu. Mas não havia em nenhum rosto a felicidade de uma vitória incontestável, ou mesmo na raça. Havia um “que” de vergonha no ar.

Alguns ainda tentavam lembrar de um possível favorecimento do Cruzeiro no primeiro embate dos times neste brasileiro, como se uma ‘invasão de área’ tivesse a mesma gravidade deste assalto de hoje. Como se uma ‘segunda chance’ naquele lance diminuísse a culpa de um cobrador displicente.

Jogos assim, revelam porque o Corinthians é tão inexpressivo internacionalmente. Pois sem a ajuda do apito amigo, eles são apenas um time normal. Mas aqui no Brasil, são campeões com o apito. E tal qual o brasileiro de 2005, ou ainda famosa final do Campeonato Paulista com o pênalti do Javier Castrilli diante da Portuguesa, este caneco parece já estar encomendado.

E a nós, testemunhas, não cabe nada mais do que o sentimento de nojo. Pois, assim como acontecera com o título brasileiro que nos roubaram na decisão contra o Vasco, a história do futebol brasileiro premia os bandidos.

E o campeonato perdeu a credibilidade.

Incompetência dos organizadores? Talvez. A arbitragem é um lixo no Brasil e isso é fato. Mas quando a conta da balança soma erros contra Botafogo, Grêmio, Santos, Corinthians, São Paulo, etc... Sinceramente, eu me sinto enojado e descrente no futebol. Esse é o país da Copa. Meu Deus! Hoje eu entendo o que chamam de ‘vergonha alheia’.

Disso tudo, o que mais preocupa mesmo é o sentimento de impunidade. Ninguém faz nada ou mesmo toma alguma atitude. E graças a capítulos como este, somos testemunhas de um filme onde o mal vence sempre.

Vergonhoso.

De qualquer modo, parabéns ao time pelo bom futebol e a torcida pelo comparecimento em massa e pelo apoio.

Que venha a Libertadores! Estou com saudades de um torneio descente.

domingo, 7 de novembro de 2010

O pulso ainda pulsa.

O Cruzeiro jogou mal, feio mesmo. Mas arrancou 3 importantes pontos no Barradão totalmente lotado e continua vivo na disputa do Campeonato Brasileiro.

O Jogo.

O que um time que precisa ganhar faz quando deseja o apoio da sua torcida, em seus jogos em casa? Faz uma promoção ‘supimpa’ para atrair o maior número de torcedores possível e pressionar o adversário. E foi isso que o Vitória fez. Com ingressos a ‘10 biscoitos’ o Barradão ficou todo colorido de preto e vermelho.

Sorte que o Cruzeiro é a equipe mais acostumada a jogar com torcida contra neste brasileiro e soube resistir bem a pressão do time baiano no primeiro tempo.

Foi uma primeira etapa muito feia. O time do Vitória tem um elenco que o credencia mesmo as últimas posições da tabela. Já o Cruzeiro padece de um mal futebol crônico nas últimas rodadas. Com um ataque ridículo, Cuca optou por apenas um atacante no jogo de hoje e três zagueiros. As mudanças não deram muito efeito e o time não voltou a apresentar o futebol criativo de algumas rodadas atrás.

De importante mesmo, só um cruzamento de Thiago Ribeiro aos 35 minutos, que desviou em Jonas e foi para o fundo das redes rubro-negra. (ainda bem, pois se dependesse do nosso ataque...).

O Vitória voltou modificado para a segunda etapa. O Cruzeiro continuava se defendendo e tentando contragolpes no adversário. Depois da metade do segundo tempo, o Vitória passou a pressionar o time azul que se segurou como pode até o final da partida.

Fim de jogo, vitória do Cruzeiro por 1x0 e mais três pontos na tabela. Agora com 60 pontos – mesma pontuação do Corinthians, adversário do próximo sábado – o Cruzeiro segue na briga pelo título.

Haja coração pois, com esse futebolzinho que o time vem apresentando, o time do Parque São Jorge é favoritíssimo para a partida. Mas é assim que é bom, pois é nos momentos de dificuldade que o Cruzeiro mostra a sua força e conquista suas maiores vitórias.

Por isso, sábado que vem, TODO MUNDO para Pacaembú, invadir o estádio para mais uma vitória celeste.

Sorteio.

Mais uma vez, a presença da galera na Sampa Azul foi show de bola. Tanto que, mais uma vez, realizamos o sorteio de brindes para os frequentadores do QG. Dois livros foram sorteados e os vencedores foram o Cadu e a bela Vanessa.


Parabéns a nossa torcida e aos contemplados deste domingão.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A asa negra... branca e vermelha do Cruzeiro.

Era a promessa de mais uma grande partida, com muito em jogo para os dois times. Mas valia muito mais para o Cruzeiro, pois somos nós que brigamos pela taça.

Só que, do outro lado estava o São Paulo e também Rogério Ceni. Que por algum motivo sobrenatural, algum patuá ou macumba futebolística, teimam em complicar vida do Cruzeiro sempre que podem.

Eu poderia, como de costume, comentar os lances do jogo para ilustrar a partida para você, leitor do Blog. Mas vou falar brevemente do jogo, pois o que deve ser dito e considerado nesta partida são aspectos “extra-campo”.

O primeiro tempo cumpriu o prometido. Foi um verdadeiro jogo de xadrez, com chances para os dois times, poucas faltas, jogadas de habilidade e tudo mais que o espetáculo tinha direito.

O segundo tempo começou com um Cruzeiro mais lento. E em uma jogada magnífica de Lucas, o São Paulo abriu o placar em tabela envolvendo o jovem talento e Dagoberto.

Depois disso o Cruzeiro se perdeu nas suas deficiências. Não temos um bom atacante no elenco e isso fez muita falta. Para completar, em jogada fora da área que nem falta foi, o juiz marcou o pênalti que decretou 2x0 para o São Paulo.

Pelo segundo tempo do São Paulo, nem dá para contestar a vitória do clube paulista. E pela inoperância do nosso ataque e a ausência de um golzinho sequer, nem podemos reclamar do juiz. Nos resta choramingar pelas coisas que atrapalham o time sem necessidade.

Uberlândia, casa de quem?

500Km de BH. Esta é a distância de Uberlândia, tradicional reduto de torcedores do Rio e de São Paulo, da capital mineira.

Desfalcado do Mineirão, o Cruzeiro perde muito da sua força. Agora, jogando “fora de casa” todo santo jogo, sinceramente, não tem quem agüente.

Não existe UM motivo sequer para tantas partidas em Uberlândia. Mesmo o mais fanático torcedor não tem condições financeiras e físicas de viajar com o time todo jogo.

UM BASTA para essa política caça níqueis da diretoria que, para garantir uns caraminguás a mais, lota nosso estádio com a torcida adversária. Expondo nosso time aos gritos de "olé" quando o apoio deveria ser o "som" da casa.

Uma vergonha ver nosso time jogando em casa com torcida “dividida”. Como foi ridículo também o comparecimento no clássico, com somente 18 mil pagantes. CHEGA!

Ataque de riso.

Não tem UM escanteio do Cruzeiro que gere expectativa de gol. Jogadas aéreas para o time celeste são artigos de folclore, histórias do passado.

Tirante o Thiago Ribeiro, que ainda dá um caldo jogo sim, jogo não, NENHUM outro atacante do Cruzeiro tem futebol para ser titular do time. Nem mesmo o W. Paulista, que pela escassez de concorrentes a altura, fica com a chancela de “titular” do time.

Temos um ótimo meio campo. Volantes e meias não são problemas. Agora, de que adianta um meio campo ultra criativo se NINGUÉM empurra a bola para dentro?

Esse ataque só “ataca” mesmo o meu estômago, tamanho o nervoso pela sua inoperância. Ai minha gastrite! E pensar que, polêmicas a parte, tínhamos o Kléber no time algum tempo atrás.

É duro.

Ainda temos chances de título? Sim, temos. Mas confesso que começo a sentir até a vaga para a libertadores ameaçada depois de perder TODOS os jogos fundamentais mais recentes. Grêmio, Atlético-MG e, agora, o São Paulo. Todos finais, todos derrotas.

Como torcedor, vou apoiar meu time sempre. Mas fica mais difícil acreditar em algo quando temos tantos fatores contra o time, em especial, aqueles fatores causados pela próprio comando do Cruzeiro.

Vamos Cruzeiro! Quem sabe, ainda não dá?

domingo, 31 de outubro de 2010

Suficiente

Em jogo contra o lanterna do campeonato, que estava desfalcado de nove jogadores, o Cruzeiro conseguiu uma vitória sem brilho, mas importante na caminhada rumo ao título.

O Jogo.

Presidente Prudente é longe “pra encrenca”. Aqui de São Paulo é mais perto ir para BH do que para a cidade do interior paulista.

Não é a toa, pela baixa representatividade da equipe da casa e pela distancia de tudo, o público presente não passou de 2mil pessoas. Isso fez com que a partida parecesse um jogo treino, daqueles que quase era possível ouvir os carros passando na rua.

O Cruzeiro tem um time forte, enquanto o Grêmio Itinerante (hoje Prudente) é fraco, mesmo quando joga completo. Imaginem com 9 desfalques. O resultado foi um jogo “estranho”, na minha opinião, porque o time celeste acabou jogando “meia bomba”, sem muita vontade e errando passes demais.

Era muita diferença entre as equipes. Mas o Cruzeiro não transformava a posse de bola em vantagem no placar. Até que aos 18, já que os atacantes não brilhavam, o zagueiro Leo acertou um joguete e fez 1x0 Cruzeiro.

Nada mudou na partida. O Cruzeiro continuou melhor e tocando bola. Até que aos 39, Gilberto – que ao lado de Paraná era um dos poucos que se destacavam na partida – teleguiou uma bola para Robert fazer 2x0. (Oba! Ele fez o gol!)

E foi só no primeiro tempo e na partida. Pois na etapa complementar eu não consigo lembrar de nenhum lance agudo do Cruzeiro. Teve um momento que o Grêmio até tentou fazer uma pressãozinha, mas nada preocupante.

Embora não tenha sido brilhante, o time do Cruzeiro foi eficiente. E, pelo menos, conseguiu segurar peças importantes para o embate decisivo contra o São Paulo, quarta que vem, em jogo que vale muito para o título.

Será, mais uma oportunidade para a torcida celeste lotar o QG da Sampa Azul, tal qual fez neste sabadão.
Para nossa sorte, este time do Cruzeiro brilha quando os adversários são bons. Então, é chegada a hora de nos surpreender mais uma vez para continuarmos vivíssimos na briga pelo título.

Avante Cruzeiro.... rumo a mais 3 pontos, rumo ao título.

domingo, 24 de outubro de 2010

Um domingo zicado.

Quatro ataques, quatro gols do Atlético. Milhões de chances do Cruzeiro, apenas três gols. Com a derrota do Cruzeiro, o time perde a liderança e ainda assiste ao rival sair da zona da degola.

O Jogo.

Vou ser sincero com vocês. Este jogo já não estava me cheirando bem desde antes de a bola rolar. Baixo número de torcedores, o pior horário do final de semana, ingressos caros e chuva. Quando ví o aguaceiro no estádio, já fiquei mais do que preocupado.

No entanto não foi pelas ‘mandingas’ ou superstições que o Cruzeiro perdeu o jogo. Perdeu pois não entrou ligado e, logo no início, o Atlético fez 1x0, em gol de Obina. Gol este que nasceu de uma descida de Leandro totalmente desmarcado.

Quando tentava organizar as coisas, o time atleticano ampliou em mais uma falha da marcação celeste.

Com 2x0 no placar, o juizão marcou um pênalti inexistente para o Cruzeiro. Era o lance para mudar o jogo. Mas o craque Montillo, desta vez, não brilhou. Cobrou a penalidade por cima do gol, com displicência, e desperdiçou a chance de diminuir o placar.

Como desgraça pouca era bobagem, no lance seguinte, mais uma vez com Obina, o Atlético fez 3x0. Mais do que surpreendente, era justo. O Cruzeiro havia criado boas chances, mas havia disperdiçado todas.

Foi então que Cuca colocou Gilberto no time e, logo na primeira bola ele acertou um foguete e diminuiu para 3x1. A torcida se inflamou, mas o primeiro tempo não teve mais mudanças.

Mais castigo e emoção no segundo tempo.

Na etapa complementar, o Cruzeiro foi para cima, como era de se esperar. E cansou de perder gols. Perdeu com Thiago, com Farias, por cima, por baixo... Até que, aos 21, no primeiro e único lance do Atlético em cobrança de escanteio, Réver fez 4x1.

Quando parecia que iríamos amargar uma vexatória goleada, o time esboçou uma reação. Thiago Ribeiro fez 2 gols, um aos 32 e outro aos 34, alimentando alguma esperança para o torcedor celeste. Depois disso, o Cruzeiro chegou até a criar chances, mas não foi competente o suficiente para converter as oportunidades em gol.

Caia por terra um grande período de invencibilidade do nosso time perante o rival emplumado.

Na verdade, até parece coisa do destino as forças que envolvem estes 2 times. Depois de perder para o Cruzeiro de todas as formas possíveis (dentro do Brasil, fora, por muito, por pouco é só com sua torcida), tinha de ser justamente em um jogo só com nossa torcida que eles haviam de se reabilitar... Como foi depois de perdermos um título Mineiro por 4x0, que emplacamos dois 5x0 seguidos em 2 conquistas.

Digam o que disserem... é um clássico de muita rivalidade e história.

Hoje, foi uma pena para os guerreiros que compareceram até Uberlândia. E também para a galera que lotou a Sampa Azul, já uma hora antes da partida.

Agora é tentarmos juntar os cacos e buscar os pontos perdidos contra o último adversário ‘baba’ até o fim do ano... fora de casa.

Dois pedidos, se é que servem para alguma coisa.

1º - Toda vez que chega a hora de decisão, que o time precisa da torcida, a diretoria emplaca ingressos caros. Era jogo importante, fundamental, e em um horário péssimo para o povo que mora em BH viajar. Dado todo o cenário, não custava termos colocado ingressos mais em conta, não é? Tinha ingressos de R$15,00? Tinha... Mas tinha de R$100,00 também. Nesta conta vai um monte de coisas mais que deveriam ser levados em consideração.

2º - Torcida única é um SACO! Não tem nada a ver com o jogo de hoje. Mas pra mim clássico é clássico e as torcidas são um capítulo a parte. Fica um jogo estranho não ver o estádio cantando o jogo todo. Muito estranho um torcedor não poder assistir ao seu time em um clássico. Gostaria muito de ver o fim das torcidas únicas.

Ainda na briga.

Apesar dos pesares, ainda estamos no páreo. Estes dois últimos jogos eram fundamentais, mas ainda temos chances. Por isso, sábado que vem, precisamos mais uma vez do apoio da nossa torcida.

Vamos vamos, Cruzeiro.

domingo, 17 de outubro de 2010

Primeira 'caravana' Sampa Azul. (CANCELADA)

O negócio é o seguinte, meus amigos. Estamos tentando organizar a primeira caravana Sampa Azul.

O que temos é o seguinte:

Uma van, conseguida pelo nosso amigo Duca, que cobraria R$1.800,00 para transportar (ida e volta) cerca de 15 pessoas para Uberlianida, onde veremos o jogo e retornaríamos logo após a partida.

A idéia inicial seria partir sábado a noite, chegar de manhã em Uberlânida, descansar um pouco e ir para o estádio.

Se conseguíssemos 15 pessoas, sairia R$ 130,00 para cada um + o valor do ingresso (fora o que consumíssemos no caminho). Com no mínimo 10 (R$180,00 para cara um), fechamos o 'pacote'.

Por isso, teremos NO MÁXIMO ATÉ TERÇA-FEIRA para fechar o grupo de no mínimo 10 pessoas que iriam ao Ex-Clássico. Tempo suficiente para cominicarmos ao rapaz da Van, e arrumarmos amigos para a compra de ingressos.

COMO PROCEDER:

1. Os interessados devem deixar seus nomes e e-mails de contato nos comentários deste post.

2. Depois de fechado o grupo, vamos verificar os amigos que conseguem comprar ingressos para gente (teremos 1 ou 2 amigos da Sampa Azul que poderão comprar ingressos pra gente, mas aceitamos ajuda e sugestões).

3. O dinheiro da Van deve ser depositado ANTES DA VIAGEM, em conta a ser determinada por nós mais tarde (vou verificar com o Duca a conta do rapaz, ou alguma nossa para pagarmos tudo de uma vez para ele. Assim teríamos o controle).

4. O dinheiro do ingresso também deve ser depositado adiantado para o amigo que for efetuar a compra. (vamos definir isso na terça-feira).

5. Acompanhem o Blog. TODAS as informações serão atualizadas neste post, na parte da "AGENDA', que está em azul logo a baixo.

6. A Van partirá e regressará na Av. Paulista, em local a combinar.

7. Os interessados devem confirmar a presença até terça. Se até lá não fecharmos o grupo de 10 pessoas, cancelamos a 'caravana' e veremos o jogo do QG.

8. A caravana também será cancelada em caso de dificuldades em se comprar ou pagar os ingressos. Só serão comprados os ingressos quanto TODOS os 10 interessados depositarem o dinheiro da Van e dos ingressos.

9. Caso - depois de depositado o dinheiro - aconteça QUALQUER problema, por menor que seja, o dinheiro de todos será integralmente devolvido. (por isso mesmo estou pensando em deixar a grana conosco até todos confirmarem e somente depois repassamos para o cara da van, no lugar de pagar tudo para ele).

Toda e qualquer ajuda ou sugestão será mais do que bem vinda. Tomara que dê certo.


LISTA (ATÉ O MOMENTO):
1. Edu Mano
2. Leila
3. Cadu
4. Duca
5. Pedro Rocha
6. Joana
7. Viviane
8. Jener
9. Igor
10.
11.
12.
13.
14.
15.

* Até terça para confirmar.

AGENDA (MANTENHA-SE INFORMADO):

(17/10) - Postagem sobre a caravana e envio do e-mail para o Grupo.
(18/10) - Upload com os nomes de pessoas interessadas.
(19/10) - Caravana cancelada pois não atingimos o mínimo de pessoas.

Não foi desta vez. Mas vamos organizar alguma "mini-caravana" para alguma cidade mais próxima. Fiquem ligados no Blog. Obrigado a todos que ajudaram e se interessaram. Domingo, todo mundo para o QG!

Futebol de vencedor. O resultado não.

O Grêmio é freguês histórico do Cruzeiro. Mas, infelizmente, o Cruzeiro é freguês do Paulo César de Oliveira. No jogo entre as 2 melhores equipes do returno, o juiz desequilibrou e determinou a derrota da equipe celeste.

O jogo.

Cruzeiro e Grêmio fizeram exatamente o que se esperava deles no jogo. Um partidão.

O Grêmio tentava ir para cima do Cruzeiro, que marcava muito bem. A equipe gaúcha chegava sempre em faltinha cavadas. O Cruzeiro se defendia com maestria, mas não tinha uma boa saída de jogo.

O Grêmio até chegou a marcar o primeiro gol, em bola que sobrou depois de uma cobrança de escanteio. Mas o gol de Jonas foi corretamente anulado pela arbitragem.

Em uma das poucas vezes que subiu, o Cruzeiro abriu o placar. Montillo chutou marcou o primeiro gol depois de belo lançamento pela direita, e dois chutes seguidos.

Com o gol, o Cruzeiro equilibrou a partida. Mas em um jogo que não teve substituições ou faltas graves na primeira etapa, o juiz inexplicavelmente deu 3 minutos de acréscimos e, aos 49, o Grêmio empatou.

O segundo tempo, teve um Cruzeiro melhor ainda. E no lance determinante da partida, Gilberto – que voltava ao time - lançou uma bola na medida para W. Paulista fazer 2x1 Cruzeiro.

Inexplicavelmente, com a linha da área como referência, o bandeira anulou o gol celeste. Assim como acontecera com Botafogo e Santos, o Cruzeiro tinha mais um gol mal anulado por impedimento.

Tanto o Paulo César, quanto o Héber Roberto, são sempre árbitros que prejudicam o Cruzeiro. Jogo com estes 2 em campo é a certeza de que seremos garfados. O Cruzeiro deveria EXIGIR que ele nunca mais apite jogos da equipe celeste.

Pouco depois, Thiago Ribeiro derrubou um jogador do Grêmio na área, cometendo o pênalti que resultou no gol de Jonas, e a vitória gremista.

Foi uma partida na qual o Cruzeiro jogou bola o suficiente para ganhar o jogo, mas acabou perdendo. Por ‘sorte’ o Corinthians também havia empatado a partida e o Cruzeiro conseguiu manter a liderança.

Agora, é ir com tudo para cima do time cacarejante de BH, no ex-clássico que será decisivo para nosso time.

Vamos juntos, conquistar mais 3 pontos para retribuir o carinho e a corrente positiva que a galera da Sampa Azul sempre emana para o nosso Cruzeirão, como foi hoje no QG. Parabéns a todos que compareceram.

Vamos Cruzeiro, devagarinho, um passinho de cada vez.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Em primeiro, pela primeira vez!

No confronto entre dois postulantes ao titulo brasileiro, o Cruzeiro levou a melhor sobre o Fluminense e assumiu pela primeira vez o lugar mais alto da tabela do brasileirão.

O Jogo.

Jogando em casa, o Cruzeiro poderia pela primeira vez assumir a liderança do campeonato. O Fluminense, por sua vez, buscava a vitória para disparar na ponta da tabela. O jogo não poderia ter outro tom, que não o nervosismo e a expectativa.

Apesar de manter a posse de bola e trocar passes no campo de ataque, quem mais assustou no primeiro tempo foi o Fluminense. A primeira chance aguda veio com Washington, que perdeu um rebote cara a cara com o gol.

Mas o Cruzeiro tinha o Parque do Sabiá e o retorno de W. Paulista. Mantendo a tradição recente dos confrontos no estádio, o Cruzeiro marcou logo no início da partida, em lançamento preciso de Montillo que encontrou a cabeça de W. Paulista. Cruzeiro 1x0.

O jogo continuava movimentado e, aos 23, o time carioca quase empatou. Em cobrança de falta Rodriguinho, que pegou uma bola na área, tentou encobrir o Fábio mas não foi feliz.

Era um calor de 35ºC e os jogadores sentiram. O ritimo caiu um pouco e o placar da etapa inicial foi mesmo 1x0 Cruzeiro.

Confirmação da vitória.

Mais descansados, os times voltaram mais dispostos para decidir a partida. Se o primeiro tempo teme um certo domínio do Fluminense – apesar do placar – o segundo teve a cara esrelada.

Logo aos 3, uma bola na trave de W. Paulista. Aos 7, o mesmo Wellington fez um gol, que foi anulado pelo juiz por impedimento. Um Lance muito difícil.

Já na metade do segundo tempo, o Fluminense voltou a equilibrar o jogo. Com isso, a partida ganhou contornos dramáticos até o final. O time carioca tentava o empate, mas o Cruzeiro soube mostrar a sua força e segurou com maestria a vitória por um gol.

Agora, com 54 pontos, o Cruzeiro abriu 2 de vantagem para o próprio Fluminense e ainda assistiu o Corinthians perder pontos diante do lanterna Atlético-GO, no Pacaembu.

Agora faltam 9 rodadas até o final do campeonato. Não ganhamos nada ainda e muitas batalhas ainda virão. Mais difícil do que chegar a ponta é se manter nela. Mas com o futebol do time, não existe motivos para não nos sentirmos confiantes.

Na Sampa Azul.

Infelizmente, não pude comparecer ao QG neste último jogo. Mas acompanhei o jogo direto de Ubatuba, pela Globo-RJ. Mas pelo que lí nos e-mails do nosso grupo, soube que a presença foi marcante e lotamos os 2 andares do QG.

Parabéns para a torcida celeste! Agora, é nos juntarmos novamente para, domingo que vem, buscarmos mais uma importante vitória contra um embalado – mas freguês – Grêmio, no Olímpico. É um daqueles jogos para comprovar que temos um time de Campeões.

Vamos Cruzeiro!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Quem não faz… ganha?!

Em jogo que valia muito para os dois times, o Cruzeiro abusou de perder gols na etapa complementar, mas conseguiu vencer a partida contra o Goiás, graças a uma ajudinha do time esmeraldino.

O jogo.

O Serra Dourada, junto com o Mineirão, são os campos de maiores dimensões do futebol Brasileiro. Brasília é uma cidade com muitos torcedores do Cruzeiro. O Goiás, embora jogando em casa, estava em um campo ‘neutro’. Era um jogo de um Cruzeiro buscando a ponta da tabela, contra um Goiás desesperado para sair da rabeira do campeonato.

Mais uma vez, o Cruzeiro entrava em campo sabendo dos tropeços dos adversários diretos ao título. Era a hora de – enfim – aproveitar as brechas deixadas pelos inimigos.

Se sobrava motivação aos dois times, no campo, os minutos iniciais do primeiro tempo mostravam o contrário. Foi um jogo chato, monótono e estranho até o finzinho da primeira etapa.

Só aos 39, Robert recebeu um lançamento muito bom e ficou cara a cara com o goleiro. Na tentativa de ‘drible’, Harley tocou na bola e o camisa 9 do Cruzeiro caiu no chão. Aos 42, em cobrança esperta de escanteio, Thiago Ribeiro recebeu na pequena área e chutou no travessão goiano. E foi só o que aconteceu no primeiro tempo.

Já na etapa complementar, o Goiás voltou com um atacante a mais. Só que foi o Cruzeiro que cresceu na partida. Logo aos 3, um chute perigoso de Montillo passou rente ao gol.

O maior volume de jogo do Cruzeiro foi recompensado aos 10, quando em jogada pela direita, Montillo cruzou a bola para Henrique. Jonílson (ex Cruzeiro e Cocotas) deu um peixinho maravilhoso para o próprio gol e abriu o placar.

E olha, ainda bem... porque se dependêssemos do nosso ataque, estaríamos fritos.

Perdendo a partida, o Goiás foi para o tudo ou nada, deixando muito espaço para o Cruzeiro. Aos 22, Thiago Ribeiro (que precisa parar de assistir Futebol Americano) roubou a bola da defesa goiana, penetrou na área e chutou uma bola perigosa por cima do gol.

Aos 30, Pablo soltou um torpedo que estourou nas mãos do goleiro Harley e 3 minutos depois, Robert perdeu um gol incrível ao receber um passe maravilhoso de Thiago Ribeiro.

Um ataque de riso.

A quantidade de gols perdidos pelo Cruzeiro foi uma grandeza. Um time PROFISSIONAL, com jogadores que se dedicam ao esporte a semana toda e jogam em uma equipe como o Cruzeiro não podem perder tantos gols cara a cara.

Um ou outro lance, tudo bem. Mas o que este Robert perde de gol é um absurdo. Cara a cara, basta fazer o simples... Mas não conseguem. O Thiago ‘isola’ Ribeiro ainda tem crédito por correr e armar as jogadas... Mas gol mesmo parece não ser a sua especialidade.

De uns tempos para cá o povo não ergue a cabeça para chutar ou cruzar a bola. Os resultados são chutes altos, arremates que vão literalmente para o espaço. O Cuca precisa ‘comer o toco’ deste povo.

Final nervoso e vice-liderança nas mãos.

Como não foi eficiente nos arremates, o Goiás ainda tinha esperanças e foi para o ataque. Por sorte nossa e incompetência do Goiás, o ímpeto verde não foi mais forte que a defesa azul e o jogo acabou mesmo 1x0 para a raposa.

Hoje, o ditado foi “Quem não faz... ganha!”.

Agora, com 51 pontos, o Cruzeiro está a apenas 1 do líder Fluminense, adversário direto no próximo domingo em Uberlândia. Temos tudo para terminar o feriadão como líderes do campeonato.

Mas para isso, além do apoio incondicional da torcida, vamos precisar de mais poder ofensivo. De mais não... de algum poder ofensivo.

Domingão é todo mundo junto no QG para mais uma corrente positiva. Que venha mais uma vitória e mais 3 pontos. Vamos vamos Cruzeiro!

domingo, 3 de outubro de 2010

Rodada 'quase' perfeita…

O Cruzeiro entrou em campo neste sábado ‘pré-eleições’ sabendo que seus maiores adversários pelo título haviam empatado. Tanto Fluminense, quanto o Corinthians haviam empatado seus jogos contra adversários teoricamente mais fáceis.

A Arena do Jacaré estava completamente lotada. Era a oportunidade perfeita para ganhar a partida e assumir a vice-liderança. Só faltou combinar isso com o Atlético-PR.

As duas equipes vinham de uma arrancada no campeonato. Até mesmo por isso a partida foi um verdadeiro jogo de xadrez. Pela primeira vez em muitos jogos, o Cruzeiro não começou com a habitual correria e pressão sobre o adversário.

Embora mantivesse a maior posse de bola e procurasse o ataque com mais vontade, o time celeste esbarrou em uma equipe muito bem postada em campo, com uma marcação pra lá de eficiente.

O Cruzeiro parecia sentir os desfalques do time. Fabrício, Paraná, W. Paulista e principalmente Diego Renan, pois a falta do lateral fez com que o time quase não tentasse jogadas pela esquerda.

As investidas mais perigosas eram em jogadas mais do que manjadas pela direita, com o Thiago Ribeiro em uma tarde de Guerrón. Ele tentou todas as bolas com a tradicional jogada de “corta pra direita e cruza”. Infelizmente, sem o zagueiro Leo Silva, a bola aérea do Cruzeiro quase que inexiste.

Para “piorar”, sempre que decidia contra-atacar, o time paranaense era perigoso. Sorte nossa que não o suficiente para arrancar gols.

Fora um ou outro chute perigoso de longa distância, de agudo mesmo, só duas bolas no segundo tempo. Aos 39, Paulinho cobrou falta no travessão de Fábio (que estava na bola, caso ela viesse no gol) e, já nos acréscimos, depois de um cruzamento na medida de Montillo, Robert cabeceou para uma defesa sensacional de Neto, goleiro recém convocado para a seleção brasileira.

O empate frustrou a grande torcida azul que compareceu na arena e na Sampa Azul. A rodada “perfeita” deixava de ser tão maravilhosa. Pelo menos, os adversários não desgarraram na frente.

Agora é reunir forças para buscar uma vitória fora de casa contra o sempre chato Goiás, que luta contra o rebaixamento. Vamos Cruzeiro.

Visitantes Ilustres

Este sábado marcou também o segundo encontro entre as torcidas do Cruzeiro e do Furacão, em São Paulo. Os torcedores do Atlético-PR compareceram em nosso GQ para torcer lado a lado com nossa galera.

Foi muito divertido e prazeroso receber os amigos do rubro-negro paranaense. Mesmo que cada um defendesse as cores de seu time do coração, o clima de respeito e confraternização sempre impera quando estas duas torcidas estão juntas.


Os lances polêmicos eram motivos de risadas e piadinhas. O empate, embora não tenha sido bom para os dois lados, serviu ao menos para fechar este encontro sem um vencedor... Hoje os dois lados ganharam.

Em nome da galera azul, gostaria de agradecer aos amigos da torcida do Furacão pela visita. Saibam que a Sampa Azul sempre estará de portas abertas para recebê-los.

Sorteio de brindes.

Pela segunda vez consecutiva, promovemos o sorteio de brindes no intervalo da partida. Um “raposão” mascote e dois livros foram os brindes sorteados. (mais uma vez, brindes trazidos pelo nosso amigo Leo, a quem deixamos nosso agradecimento registrado aqui).

Para decidir a sorte, convidamos um integrante da torcida do Furacão para fazer o sorteio. E vejam vocês como é o destino... Logo de cara, EU, que não costumo ganhar nem par ou ímpar fui o feliz sorteado para ganhar o mascotinho.

Sobre os gritos de ‘marmelada’ da galera em zoação, fui lá buscar o meu prêmio. Afinal de contas, é como diz o comercial da Caixa Econômica: “A sorte é igual para todos”... rs

Para ‘piorar’ o quadro, o segundo sorteado da noite foi novamente o ‘Duca’, que já havia ganho o abridor no jogo passado. Mais uma vez, sobre os gritos de ‘marmelada’, ele foi buscar o seu prêmio.

Em uma tentavida de mudar a sorte dos números, chamamos um mascotinho da torcida para sortear a última pessoa. Mas o vencedor do último prêmio, mais uma vez, foi um dos amigos que sempre frequênta a Sampa Azul. O Thiago levou para casa o último brinde, que ele buscou também sobre os gritos de ‘marmelada’... rs

Foi, novamente, uma festa muito bacana e divertida. Quem não pode comparecer, perdeu esta confraternização.

Muito mais ainda está por vir. Acompanhe o Blog da Sampa Azul e fique por dentro das novidades.

Zêêêêêêêêêrrrroooooooo!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Missão Cumprida!

Na volta a Arena do Jacaré, o Cruzeiro conseguiu vencer o Atlético-GO e colou novamente nos líderes.

O Jogo.

Como não poderia ser diferente, o Cruzeiro foi para cima do time goiano desde o início da partida. Para se ter uma idéia, até os 10 minutos, o time azul já tinha chegado com perigo em um chute (aos 5) e um cruzamento (aos 8) de Rômulo e uma bola de rebote de Thiago Ribeiro.

O Cruzeiro controlava bem as ações da partida. Sem tanta preocupação defensiva, Diego Renan vinha fazendo uma boa partida com bons dribles e lances ofensivos. Infelizmente ele teve de sair, machucado, aos 24 minutos. Pablo, que entrou no seu lugar, deu conta do recado.

Só aos 30 do primeiro tempo, em cobrança de falta perigosíssima de Robston, que o goleiro Fábio defendeu com um toquinho providencial, o time goiano chegou. (até então, ele era apenas convidado VIP, pois só tinha assistido ao jogo).

De tanto pressionar, o Cruzeiro abriu a contagem em cobrança de escanteio aos 30. Depois da cobrança, a bola sobra para Farias, que gira o corpo em belo lance fuzilando para o Gol. O goleiro do Atlético espalmou a bola na trave, mas a redonda sobrou para um carrinho de Caçapa, que fez 1x0 Cruzeiro.

Aos 32, o goleiro Márcio salva ótima jogada de Thiago Ribeiro. Thiago que, diga-se de passagem, se mostrava sempre perigoso em jogadas pela direita, ao mesmo tempo em que contribuía muito na marcação.

Aos 43, o bom Montillo – que no primeiro tempo tinha sido “apenas” bom – recebe um cruzamento na medida de Thiago Ribeiro e, em um jogo de corpo lindo, tira o zagueiro adversário da jogada e amplia para o Cruzeiro, 2x0, dando números finais a primeira etapa.

Cozinhando o jogo.

O segundo tempo foi “quase” tedioso. Logo na saída, o Cruzeiro recuou a bola para a defesa, dando bem a linha do time na etapa complementar.

O time goiano colocou um segundo atacante para tentar ser mais ofensivo, mas o Cruzeiro continuou senhor do jogo. Nada de muito importante acontecia na partida até que aos 24, Daniel Marques foi expulso.

Com um homem a mais, o Cruzeiro começou a tocar a bola com uma paciência nipônica, procurando atacar somente na boa. Acomodado em campo, o time era pouco objetivo e jogadores como Rômulo e Henrique pecavam por um preciosismo exagerado, em especial, o bom lateral que tentou inúmeras vezes jogadas de efeito na linha de fundo.

O problema é que o time relaxa a tal ponto que, mesmo com um a mais, dá espaços para o adversário jogar. Fábio, que comemora 30 anos nesta quinta, fez uma defesa cinematográfica aos 35, em chute de Victor Ferraz.

Aos 37, o gol mais perdido da história da Arena do Jacaré. Wallyson recebeu a bola tão livre, mas tão livre, que ele poderia ter tirado até um cochilo breve, que ainda assim teria tempo para concluir a jogada. Mesmo assim, com espaço, tempo e o gol escancarado, ele conseguiu chutar em cima do goleiro.

Menos mal que, depois de mais uma intervenção do abençoado Fábio no gol celeste, o mesmo Wallyson conseguiu marcar o 3º gol da partida, depois de um belo passe do Fabrício, aos 42. Ai foi só desligar o “fogo” e deixar o time adversário cozinhar até o fim do jogo.

Com a vitória, o Cruzeiro se recupera da derrota no fim de semana e cola novamente nos líderes. Sabadão, teremos mais um Atlético pela frente, desta vez, o paranaense. E desde já, estamos todos convocados para comparecer a Sampa Azul para empurrar o tima para mais uma vitória.

Vamos Cruzeiro!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Levante, sacuda a poeira e dê a volta por cima...

Não, caros amigos... não foi motivado pela tristeza de uma derrota doida que não publiquei o post logo após a partida. Graças a compromissos profissionais, não pude assistir nada além do que o primeiro tempo da partida contra o Santos. (sorte minha!)

Hoje, depois de ver os gols e conversar com amigos que foram até a Arena Barueri, pude registrar a partida em nosso Blog.

O primeiro tempo que assisti teve um jogo muito movimentado, com ambos os times criando muitas chances. Era uma partida bastante equilibrada, mas pessoalmente achei o Cruzeiro levemente superior.

Ainda no primeiro tempo, veio o lance que poderia ter mudado a história da partida. O trio de arbitragem – mais uma vez – anulou um gol legal do Cruzeiro por um impedimento inexistente.

Se mantivesse a pegada, o time azul – que havia enfiado uma bola na trave além do lance do gol – poderia sair com a vitória.

Infelizmente a partida virou.

O time voltou menos ligado para a etapa complementar. O Santos fez 1x0 e o Cuca colocou o Roger e o Elicarlos em campo, deixando o time com menos marcação contra o veloz Santos. Logo depois, o time alvi-negro teve um jogador expulso.

O Cruzeiro tinha tudo para empatar e até virar a partida com um jogador a mais, só que quem ampliou foi o Santos, em cabeçada de Edu Drascena. (pelo que ouvi, este gol foi impedido, o que seria a segunda garfada da partida).

Thiago Ribeiro ainda descontou em belo chute de primeira. Mas ai veio a mudança que estraçaiou o time novamente. Cuca sacou o Diego Renam que vinha fazendo uma boa partida e colocou o Robert – de longe – uma das piores contratações do ano.

Com menos gente marcando, mesmo com 1 a menos, o Santos fez 3x1 em um golaço de Alex Sandro – que teve direito a drible da vaca e chapeuzinho no Fábio. E fechou a conta com Neymar, que no meio de 3 marcadores, fez a festa e passou por todo mundo para fechar a conta por 4x1.
Um segundo tempo para ser apagado da memória. Dolorido, pelo futebol que o time vinha apresentando.

O juiz influenciou? Sim, influenciou... pois sai na frente de uma partida tão equilibrada faz toda a diferença. Mas quando se toma 3 gols jogando com um jogador a mais, qualquer argumento vai por terra.

O negócio agora é levantar a cabeça, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Até porque, o time vinha de 9 jogos invictos, sendo 7 vitórias. Estamos forrados de desfalques e muitos dos jogadores que jogaram voltavam de um longo período de inatividade.

Se o “mestre Cuca” parar de inventar, fizer o feijão com arroz, e entender que o Robert é nulo, não vamos nos expor tanto e podemos retomar o rumo das vitórias.

Tinhamos crédito, mas não podemos mais bobear. Agora é contar com a força de nossa torcida para lotar a Arena do Jacaré e vencer mais um duelo dificílimo com um dos lanternas da competição.

Há de se registar que muitos amigos da Sampa Azul foram até a Arena Barueri e marcaram presença representando bonito a torcida celeste em campo. Mas o Marquinhos também foi, e sem meia... (o pé frio... rs)

Vamos Cruzeiro. Campeão que é campeão supera todas as adversidades.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Vitória rapadura: doce, mas não foi mole.

O jogo contra o Ceará, nesta quarta-feira, prometia ser difícil, daqueles bem estudados e truncados. E de fato foi.

Em uma Arena do Jacaré totalmente lotada pela torcida celeste, o Cruzeiro tinha o desafio de vencer o “pequeno” Ceará, que tinha a defesa menos vazada da competição até o início da partida.

O dono da casa até tentou o tradicional início pressão, mas o Ceará logo mostrou que o time azul não teria vida fácil. Bem postado e compacto, o Ceará fechava cada pequena brecha na defesa, deixando o time do Cruzeiro sem alternativas ofensivas. Ao mesmo tempo, o time cearense era muito perigoso nas investidas que fazia em contrataque.

Com a falta de espaço, as melhores investidas aconteciam quando o Montillo assumia a “responsa”, buscando a bola e fazendo boas jogadas individuais.

As poucas bolas que passavam eram defendidas pelo bom goleiro do Ceará. Apesar do volume de jogo, as chances mais agudas aconteciam nas brechas deixadas pelo sistema defensivo Cruzeirense. O primeiro tempo acabou mesmo em um empate sem gols.

Gols salvadores de “los hermanos”.

O Cruzeiro voltou com Éverton no lugar de Roger, para ver se alguma coisa de novo acontecia na partida. Mas o fato é que tudo continuou como estava. Cruzeiro martelando forte e o Ceará fechadinho, atacando perigosamente quando tinha chance.

Logo no comecinho, Farías recebeu um passe preciso na pequena área, mas perdeu o gol, chutando acima da meta adversária. No mais, as mudanças do Cuca pouco fizeram pelo time e o Montillo começou a sentir falta de um companheiro mais inspirado para dividir as investidas.

Aos 30, o time estava nitidamente cansado. De tanto corres em busca de espaços, o time estava esgotado e o Ceará começava a ser mais incisivo. Por sorte, aos 36 veio o lance que mudou a partida.

Em bom ataque do Cruzeiro, Henrique fuzila um chutaço no gol, mas a bola bate nas mãos do jogador cearense e o juiz marca pênalti. Era a chance de ouro de tirar o primeiro 0 do placar e Montillo não perdeu a oportunidade. Marcou Cruzeiro 1x0.

Em desvantagem, o Ceará foi com tudo para cima do cansado Cruzeiro. Logo em seguida, o Ceará chuta perigosamente e consegue escanteio. Na cobrança, um lance confuso a bola é dividida entre Diego Renam e João Marcos, e a bola sobra para Marcelo Nicácio – em posição legal – empatar a partida.

Desta vez, a arbitragem que já havia prejudicado o Cruzeiro, amulou o gol do Ceará e manteve o time azul em vantagem.

Alívio mesmo a torcida celeste teve somente aos 46, em jogada de Wallyson que cruzou para Farías, outro hermano, desviar para as redes e fazer 2x0, definindo a situação da partida.

Uma vitória importantíssima, muito valorizada pelo valente Ceará. Uma vitória “rapadura”, doce pelo placar, mas como foi duro de engolir.

Agora, com 44 pontos, o Cruzeiro torce para acabar a rodada em 2º logar e, se possível, com a mesma pontuação do Corinthians. Agora é focar no duelo contra o Santos, em Barueri, próximo Sábado.

Vamos Cruzeiro!

domingo, 19 de setembro de 2010

Se meu apito falasse...

Em um dos jogos mais importantes da rodada, o Cruzeiro enfrentou o Botafogo no Engenhão. Respectivamente 3º e 4º lugares na tabela, os times fizeram uma boa partida, ofuscada por 2 erros de arbitragem que interferiram diretamente no resultado da partida.

O jogo.

O Cruzeiro estava em busca da "mega-sena" de vitórias consecutivas, enquanto o Botafogo buscava se recuperar da traulitada diante do Goiás no meio de semana. Na escalação celeste, Cuca havia armado o time com Montillo e Roger, deixando o time ofensivo e criativo. O problema estava em outra escalação…

O árbitro Heber Roberto Lopes, além de sua careca lustrosa e uma barriguinha pra lá de saliente, ostenta uma marca infeliz: não existe um jogo do Cruzeiro que ele apite e a gente não seja prejudicado. Hoje foi em dose dupla.

Com a bola rolando, Cruzeiro e Botafogo se estudavam. Mas logo aos 4 minutos, a equipe carioca abriu o placar com Alessandro, que recebeu um cruzamento de Cajá, cortou Edcarlos e Diego Renan, chutando uma bola que ainda quicou no montinho artilheiro antes de entrar no gol de Fábio. Botafogo 1x0.

Mas a equipe do Cruzeiro tem se mosntrado muito equilibrada e dificilmente se abala com a desvantagem no placar. O time estrelado tratou de ir para cima do Bota. E assustou com diversos chutes perigosos que se reverteram em uma sequência de uns 5 escanteios, pelo menos.

O time carioca se defendia bem, e sempre levava vantagem nas bolas aéreas. Mas aos 21, em boa jogada pela esquerda, Diego Renan pega uma bola no "quique" próximo a linha de fundo, cruzando na medida para Farías fazer o gol de empate celeste.

Talvez dotado de uma supervisão tão super que nenhum mortal, ou mesmo câmera de TV sejam capazes, Heber Roberto que estava sem ângulo e longe do lance, anulou o gol do Cruzeiro alegando que a bola tinha saído pela linha de fundo.

Mesmo com esta "garfada", o time seguiu superior e martelando, mas o primeiro tempo acabou mesmo 1x0 para o time carioca.

Sorteio na Sampa Azul.

Muita gente compareceu para esta partida em nosso QG. E o nosso "show do intervalo", que tradicionalmente tem a foto da partida, desta vez teve mais uma atração: um sorteio de brinde.

Graças a uma iniciativa do nosso amigo Leo, realizamos o sorteio de um abridor de lata que tocava o Hino celeste. O sorteio foi feito pelo anfitrião da casa e dono do Minas Tutu, o Izael. Com o número "5503", quem levou o brinde para casa foi o amigo "Duca". Parabéns para ele! Em breve teremos mais ações como esta na Sampa Azul.

Já na volta para o segundo tempo.

O Cruzeiro não contava mais com Farício desde o final do primeiro tempo, que havia deixado a partida com um "piriri" estomacal. Em seu lugar entrou o Fabinho.

O jogo continuou animado. Logo no início, boa defesa de Fábio em escanteio para o Botafogo. Em seguida a resposta celeste, com Thiago Ribeiro. Era um bom jogo no Engenhão, com o Cruzeiro melhor e o Botafogo também bem postado sabendo se defender. 1x0 no placar não era justo.

Mas aos 10 da etapa complementar, Diego Renan avançou dentro da área e foi derrubado dentro da área. Pênalti cobrado com perfeição pelo Montillo e colocando ordem no placar. 1x1.

O jogo se abriu, mas o Cruzeiro ainda era mais incisivo e organizado em suas investidas. Até que aos 26, o craque Montillo (que a cada jogo vem jogando mais), da uma arrancada incrível com a bola, passa por um punhado de jogadores botafoguenses na mais pura raça e talento, e chuta no cantinho para fazer 2x1 Cruzeiro. Um golaço dígno de placa.

Uma explosão de alegria tomou conta da Sampa Azul, enquanto o jogo pegava fogo. Por um momento havíamos esquecido do juiz e das suas faltas sem critério. Mas Heber fez logo questão de não passar desapercebido.

Aos 29, em jogada de Maicossuel interceptada pelo Diego Renan FORA da área, Heber Robeto tratou de utilizar a sua visão além do alcance novamente e marcou pênalti para o Botafogo. Na cobrança, Fábio quase defendeu a bola batida pelo Louco Abreu, mas o empate foi consumado.

O jogo continuou movimentado. Para quem estava "de fora" assistindo ao jogo sem torcer para nenhuma das equipes, deve ter sido divertidíssimo.

Mais para o final da partida, Cuca sacou Thiago Ribeiro e colocou mais um zagueiro, o Gil. Os times continuaram trocando investidas, mas agora com uma leve superioridade do time carioca. Até porque, os jogadores celestes já estavam fisicamente acabados.

O final foi mesmo Botafogo e Heber Roberto 2 x 2 Cruzeiro. Resultado este que, fora de casa e contra um adversário direto, não pode ser considerado ruim. Mas que certamente pelo desempenho do árbitro, foi injusto. Com isso, mantivemos a 3ª colocação na tabela, a frente do próprio Botafogo.

Agora, é reunir mais uma vez este povão da Sampa Azul para, na próxima quarta feira, arrancarmos mais 3 pontos na unha contra o Ceará, na Arena do Jacaré.

Vamos Cruzeiro!