sábado, 28 de fevereiro de 2015

Líder, pra variar.


 

Quando comecei a ver o jogo, já estava 2x0 para o Cruzeiro (gols de Henrique e um contra, do Tupi). No lance seguinte, Judivan poderia ter feito o 3º, mas perdeu o gol. Depois disso o Cruzeiro assistiu o Tupi jogar e cozinhou o jogo até o final do primeiro tempo.

Tudo bem que não há como criticar um time B que começa o jogo com 2x0 no placar. Mas a ineficiência na marcação e a falta de mais toque de bola é algo a ser observado.

No segundo tempo, o mesmo time e a mesma postura. Até que entrou o joven Neílton – joagor que na minha humilde opinião – deveria estar no grupo da Libertadores. Logo no primeiro lance, ele participa da armação da jogada e se apresenta para receber e marcar o 3º da partida.

Não deu nem tempo de curtir a dupla Judivan e Neílton juntos em campo. Logo o MO sacou o Judivan e colocou o estreante Gabriel Xavier. Tudo bem... Campeonato Mineiro é para isso mesmo.

O Tupi parou de atacar com o mesmo volume, enquanto o Cruzeiro curtiu um jogo mais solto com a boa vantagem no placar até o fim da partida.

Bom jogo para aquecer o time para o importantíssimo duelo de terça-feira pela Libertadores.

Vamos Cruzeiro!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Tudo igual, no grupo todo.


 

Cruzeiro teve um jogo regular na sua estreia pela Libertadores.

Ainda com falhas pontuais na marcação e com um meio campo um pouco capenga na criação pela falta de entrosamento, a Raposa procurava se sobressair no talento individual de seus jogadores. Leandro Damião era, de longe, o melhor jogador do Cruzeiro, buscando jogo e voltando para armar jogadas enquanto teve fôlego, o que durou até os 25 primeiros minutos de jogo.

W. Farias foi outro que me agradou pela vontade e um pouco mais de talento para sair com a bola, ao lado de um Paulo André seguro e um Marquinhos voluntarioso. Mas foi só, desempenho que rendeu uma boa chance perdida por Damião depois de um Contra-ataque armado magistralmente por De Arrasasta e um lance claro de gol com Marquinhos, que o Juiz – péssimo – paralisou sabe-se lá o porque.

O Universitário também teve boas chances, uma delas em falta desviada que contou com uma defesa magistral do Fábio. Outra – a mais clara – no final do primeiro tempo, de cabeça. A chance mais aguda da partida.


No segundo tempo, aos 13, o Fábio fez uma defesa sensacional. E De Arrascaeta fez uma jogada individual muito bonita, pouco antes de ser substituído por Judivan. Williams e Joel também entraram no segundo tempo, com destaque para a boa estréia do camisa 5 e uma jogada infeliz do Joel que foi expulso, menos de 10 minutos de ter entrado, por uma falta desproporcional cometida pelo Camaronês.

Um empate fora de casa, ainda mais na altitude, sempre é um bom resultado. E com isso o Cruzeiro estréia no ‘bololô’ do seu grupo, onde todos os times estão empatados com 1 pontinho na tabela.

Agora, terça que vem, é lotar o Mineirão para empurrar o Cruzeiro para sua primeira vitória na luta pelo Tri da LA.

Vamos Cruzeiro!

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Evoluindo


O placar de 3x0 foi bom, mas o futebol do Cruzeiro ainda tem muito a evoluir. Em um time que teve dificuldades em sair com a bola pelo meio e apresentou problemas de marcação, deu gosto de ver o esforço e vontade dos jogadores.

Damião, com 1 assistência e 2 gols foi o nome do jogo e destaque pela vontade, correria e confiança. Judivan, que entrou na etapa complementar, também mostrou bola. Arrisco dizer que se tiver sequência, não sai mais do time.

Arrascaeta ficou devendo pela expectativa todos tiveram dele. Teve uma tarde de ‘Ganso’, alternando toques muito bons com uma certa pasmaceira em movimentação e combate. Precisa mostrar mais.

Bendito seja o Campeonato Mineiro, um campeonato fraco que vai possibilitar ao Cruzeiro buscar o entrosamento que o time precisa e dar confiança para jogadores importantes como o Damião.



Vamos Cruzeiro. Evoluir um pouco a cada jogo.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

No meio do problema.



Meu lado corneta anda meio hiperativo esses dias. Pode ser esse marasmo sem grandes jogos, ou as mil e uma manchetes do vai e vem do mercado que mentem e se desmentem com uma velocidade incrível. Não sei ao certo.

Agora há pouco li uma notícia que me preocupou bastante. Nosso querido Gilvan deu  uma declaração sobre as negociações do Cruzeiro, e pode ser que a vaga de Éverton Ribeiro continue em aberto por tempo indeterminado. Complicado.

O time que começou o jogo domingo no campo de várzea do Democrata contava com quatro atacantes. Isso mesmo, quatro! Leandro Damião, Marquinhos, William e o garoto Judivan eram os encarregados da criação e conclusão das jogadas. Que eu esteja errado, mas nenhum desses aí joga de meia.

“Ah, mas é o Mineiro!”, alguém vai dizer. E sim, é o Mineiro! O campeonato cheio daqueles times que você nem sabe de onde vêm era para ser a extensão da nossa pré-temporada. Eu realmente acreditava que estrearíamos na Libertadores com um time redondo. Vai ser difícil.

Para a posição, temos De Arrascaeta que chegou com muito prestígio. Mas só o vimos uma vez, e nem com a bola nos pés ele estava. Não jogou no último amistoso e não jogou domingo, com a desculpa que “estava sem ritmo de jogo”. Ué, vai ganhar ritmo como então?

Estou preocupado com esse começo de temporada. Ainda não temos um time para começar a estreia da competição mais importante do ano, que, olha lá, é em três semanas. Espero que os próximos capítulos acalmem essa hiperatividade do meu lado corneta. Caso contrário, já vou encomendar a Ritalina.