domingo, 9 de novembro de 2014

Jogos do Cruzeiro, só com acompanhamento médico.

  
Os jogos do Cruzeiro tem sido verdadeiros testes de resistência para o coração do torcedor celeste. Sinceramente, nem me lembro mais do último jogo que ganhamos sem passar sufoco.

Jogo do líder contra o lanterna? É garantia de emoção pura, meu amigo.

Logo no comecinho do jogo, em um chutão do goleiro adversário, o Bruno Rodrigo – que eu admiro muito – deu uma pixotada ridícula, deixando a bola para Lucca fazer 1x0 para o time catarinense.

Depois disso, claro, o Cruzeiro criou chances incríveis e perdeu todas elas no primeiro tempo, deixando o Mineirão e a Sampa Azul com os nervos ‘a flor da pele’.

Pressionado pelas vitórias de todos os ponteiros da tabela e certo de que as duas próximas rodadas são dificílimas fora de casa, somente a vitória interessava.

E o Cruzeiro voltou para o segundo tempo da mesma maneira que acabou o primeiro: nervoso e caindo na catimba do adversário. Quando Egídio se machucou, o M. Oliveira fez uma alteração curiosa, retirando o lateral para colocar o M. Moreno.

Sorte que no abafa, quando não havia qualquer organização no time celeste, o Cruzeiro chegou no gol de empate com M. Moreno, que pegou o rebote do goleiro do Criciúma e marcou aos 13.

O Mineirão se incendiou e, aos 18, B. Rodrigo escorou de cabeça uma cobrança de escanteio e a bola sobrou para R. Goulart virar o jogo. 2x1 Cruzeiro.


Com a virada, M. Oliveira sacou Henrique para colocar o Samúdio, e J. Batista para a entrada W. Farias. Era para o time ficar mais equilibrado, mas no limite físico o Cruzeiro fez por tomar uma pressão danada do Criciúma.

A agonia foi total. E houve – inclusive – um lance polêmico no qual o juiz poderia ter marcado pênalti para o time de Sta. Caratina. E depois de se segurar como pôde, aos 44, R. Goulart fez boa jogada e tocou para William fazer 3x1.

Jogo liquidado? De modo algum... 5 minutos bissextos de acréscimos, daqueles que passam 1 a cada 10 horas... rs

E, como ultimamente todo começo e final de jogo tem sido de grandes emoções, o Cruzeiro chegou a tomar um gol de cabeça, em cobrança de falta. Sorte nossa que o bandeira marcou um impedimento milimétrico no lance, ou seria ainda mais desesperador o final do jogo.

Com o time em frangalhos fisicamente, o apito final do juiz foi um verdadeiro alívio para o time a para toda a torcida que, mais uma vez, teve seu coração testado no limite.

Não foi um jogo tenso... foi um jogo HIPERTENSO. 3 importantíssimos pontos na luta pelo Penta que, infelizmente, está mais aberta do que deveria.

Agora é deixar o time descansando totalmente nestes próximos dias para que, na quarta, tenhamos o máximo desempenho no primeiro jogo da final da Copa do brasil, na casa do inimigo. Um jogo que pode quase definir o campeão.

Muita luta, muito sofrimento, mas o final há de recompensar tanta batalha.


Vamos Cruzeiro! Força, garra e fé...

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