quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Faltam 6 pontos para 2013



Vencemos. Nada do que eu escrever aqui é tão importante quanto esta primeira palavra. Depois de 7 jogos, vencemos.

O pressionado catadão azul jogava com a embalada Lusa em Varginha com a obrigação da vitória. E nestas horas, a camisa de peso pesa mesmo nas costas de quem é limitado mas tem a obrigação de representar o Cruzeiro.

Foram 4 minutos de um Cruzeiro muito bom, mas lá pelos 15 a Lusa equilibrou a partida. O Cruzeiro era levamente superior e havia chutado mais ao gol adversário. Mas gol mesmo só aos 36, em pênalti marcado para a raposa e convertido por Montillo.

No segundo tempo, o desespero e o triunfo.

A Portuguesa pressionou o Cruzeiro até cansar. Na verdade cansou... de tanto perder gols cara a cara com o Fábio. Até que fez o seu, devidamente anulado pelo bandeirinha. E tal qual o jogo contra o Grêmio o cruzeiro era amassado pela ‘poderosa’ Lusa em seus domínios. Vexatório.

Tão ridículo quanto uma defesa que é facilmente invadida, desorganizada, tosca e amadora. Qualquer um que troque 2 ou 3 passes frente a zaga celeste cria jogadas de muito perigo com facilidade. Isso sem contar o desespero insano que qualquer bola aérea causa em nossa defesa. Pavoroso.

As tantas, Martinuccio entrou o lugar do Borges e mudou um pouco a cara do jogo. Agora, além de ser muito ameaçado, o Cruzeiro também ameaçava. E perdeu diversos gols.

No fim do jogo, a Lusa teve chances incríveis de marcar. Mas como castigo por não ter abatido uma raposa capenga e claramente fragilizada pelo período de seca, tomou um segundo gol celeste, marcado por Souza.

Gol este que veio como um alento, um relaxante muscular para todo torcedor do Cruzeiro que sofreu angustiado pelo apito final do juiz.

39 pontos. Faltam 6 para a ‘salvação’, para aniquilar de vez o fantasma de 2011.

Hoje, estou feliz pelos 3 pontos mas, ao mesmo tempo, extremamente puto com esse time ridículo. Não paro de me perguntar como conseguiram fazer isso com o meu Cruzeiro.

‘Vem ni mim’, 45 pontos. E seja o que Deus quiser.

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