quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Tudo igual, no grupo todo.


 

Cruzeiro teve um jogo regular na sua estreia pela Libertadores.

Ainda com falhas pontuais na marcação e com um meio campo um pouco capenga na criação pela falta de entrosamento, a Raposa procurava se sobressair no talento individual de seus jogadores. Leandro Damião era, de longe, o melhor jogador do Cruzeiro, buscando jogo e voltando para armar jogadas enquanto teve fôlego, o que durou até os 25 primeiros minutos de jogo.

W. Farias foi outro que me agradou pela vontade e um pouco mais de talento para sair com a bola, ao lado de um Paulo André seguro e um Marquinhos voluntarioso. Mas foi só, desempenho que rendeu uma boa chance perdida por Damião depois de um Contra-ataque armado magistralmente por De Arrasasta e um lance claro de gol com Marquinhos, que o Juiz – péssimo – paralisou sabe-se lá o porque.

O Universitário também teve boas chances, uma delas em falta desviada que contou com uma defesa magistral do Fábio. Outra – a mais clara – no final do primeiro tempo, de cabeça. A chance mais aguda da partida.


No segundo tempo, aos 13, o Fábio fez uma defesa sensacional. E De Arrascaeta fez uma jogada individual muito bonita, pouco antes de ser substituído por Judivan. Williams e Joel também entraram no segundo tempo, com destaque para a boa estréia do camisa 5 e uma jogada infeliz do Joel que foi expulso, menos de 10 minutos de ter entrado, por uma falta desproporcional cometida pelo Camaronês.

Um empate fora de casa, ainda mais na altitude, sempre é um bom resultado. E com isso o Cruzeiro estréia no ‘bololô’ do seu grupo, onde todos os times estão empatados com 1 pontinho na tabela.

Agora, terça que vem, é lotar o Mineirão para empurrar o Cruzeiro para sua primeira vitória na luta pelo Tri da LA.

Vamos Cruzeiro!

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