domingo, 20 de julho de 2014

A 1ª impressão é a que fica.


Em uma rodada na qual o Cruzeiro tinha – teoricamente – o adversário mais difícil entre as equipes que brigam pela ponta da tabela, a Raposa começou como líder e terminou a partida como ‘Super-Líder’. Com os tropeços de Corinthians e São Paulo, a equipe estrelada agora acumula 5 pontos de ‘gordura’ na ponta da tabela.

O Jogo.

Com presença marcante da galera azul no Pacaembú (como de costume, diga-se de passagem), o Cruzeiro começou arrasador a partida. Naquilo que parecia mais um VT do jogo Brasil X Alemanha, aos 9 minutos a partida já estava 2X0 para a Raposa, com gols de R. Goulart, em jogada que começou com Marquinhos pela direita e culminou no chute do camisa 28, e Manoel, em lance de bola parada.

Placar este que poderia ser ainda maior se, aos 18, Everton Ribeiro não tivesse seu chute defendido por Fábio – goleiro do Palmeiras. (Aí já é apelação, né? Colocar um goleiro com o nome do maior goleiro do Brasil só para dificultar pra gente. rs).

O Palmeiras ainda teve uma boa chance de gol que acabou em um chute tosco para fora, logo após uma bela defesa do Fábio, além de uma bola na trave que o próprio M. Moreno meteu na meta azul, quando cortava escanteio.

A torcida do Cruzeiro, que acabou o primeiro tempo aos grito de ‘olé’ e aplaudindo o time na saída do intervalo, não imaginava que assistiria a um jogo dramático no segundo tempo.



Diferentemente do que a maioria dos Cruzeirenses pode pensar – normalmente, analisamos o jogo pelo nosso lado e nunca pelo adversário – eu não acho que o Cruzeiro recuou. Acho sim que o Palmeiras voltou muito mais motivado e aguerrido, encurralando o time azul em seu campo de  defesa.

De tanto pressionar, Tobio diminuiu para a equipe paulista aos 8 da etapa complementar. Aos 17, não fosse um daqueles habituais milagres do nosso Fábio, que defendeu um chute perigosíssimo do Henrique.

Mais para o final do jogo, o Cruzeiro teve a bola da partida com Tinga, aos 37, e depois disso soube cozinhar o resultado do jogo.

Em uma partida que teve um tempo para cada um dos Palestras, melhor para a Raposa que teve um início arrasador. Neste jogo, a primeira impressão foi a que ficou (rs).

Há de se destacar a boa participação do Marquinhos no primeiro tempo do jogo, além do oportunismo de sempre do artilheiro do Brasileirão, Ricardo Goulart. Isso sem falar de mais uma atuação segura do Manoel.

Tudo isso além, é claro, da participação da torcida celeste em São Paulo, especialmente a galera da Sampa Azul, que fez bonito e empurrou o time durante 90 minutos.


Agora é descansar e treinar muito nesta semana ‘livre’ para, no próximo sábado, enfrentar o Figueirense no Mineirão.


Parabéns Cruzeiro. Continuamos firmes na luta pelo Tetra.

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